Big Data pode movimentar mais de R$ 40 bi até 2018

Quando os dados são direcionados podem  fazer com que líderes e executivos tomem decisões até cinco vezes mais rápido e possuem  três vezes mais chances de realizar uma ação de acordo com o planejamento.

Por conta disso, o conceito de Big Data vem se ampliando e sendo adotado por empresas em todo o mundo. A expectativa do setor é que o mercado atinja um movimento de R$ 47 bilhões em 2018, afirma artigo publicado no portal canaltech.

O Big Data tem o poder de auxiliar na tomada de decisões e na diminuição de custos em empresas, o que evita o desenvolvimento de ferramentas que se tornariam obsoletas, desperdiçando recursos e mão-de-obra. Além disso, definindo o correto direcionamento das análises, os executivos podem fazer com que as empresas tornem seus negócios duas vezes mais rentáveis.

Para ler a matéria completa, clique no link:  http://corporate.canaltech.com.br/noticia/big-data/Setor-de-Big-Data-pode-movimentar-ate-R-47-bilhoes-em-2018/#ixzz3KkTtApNR

Fonte: canaltech

 

Arquitetura de Dados

Por Alessandro Lemes

Dados transitam o tempo todo dentro de uma organização e são base para processos produtivos e processos de tomada de decisão. Já imaginou um gerente financeiro, sem dados do planejamento orçamentário, ou das contas pagas ou a serem pagas? Falando unicamente de dados que possam ser armazenados digitalmente (arquivos, planilhas, bancos…) e dados em documentos físicos (papéis!) podemos citar o aumento drástico da volume de dados que estão sendo gerados diariamente.

Atualmente temos dados estruturados (planilhas, bancos…), não-estruturados (emails, apresentações, documentos, planilhas etc.), dados históricos, dados oriundos de mídias sociais etc.

E os usuários que consomem estes dados também aumentam – além dos usuários internos, temos como usuários parceiros, fornecedores, clientes, governo, entre outros.

Desta forma, com o aumento do volume de dados dentro de uma empresa e do aumento das demandas por dados, faz-se necessário tratar a questão da arquitetura de dados.

 

Por que arquitetura de dados?

O uso eficiente de seus dados gera melhores resultados para seu negócio. Uma arquitetura de dados eficiente reduz seus custos de armazenamento e distribuição, otimiza o uso da informação, facilita a administração e dá subsídio para a evolução de seus sistemas, permitindo assim que os objetivos de seu planejamento estratégico sejam atingidos.

A dica inicial é realizar a análise de sua arquitetura de dados, com projetos focados na adoção de novas tecnologias, na redução de custos de integração, armazenamento, e ampliando a disponibilidade e a velocidade de acesso a seus dados.

Uma arquitetura de dados trabalha basicamente com a concepção de recursos de dados.

 

Uma arquitetura de dados nos fornece métodos para projetar, construir e implementar um sistema totalmente integrado, recurso de dados orientado a negócios, que incluem objetos do mundo real e eventos, em ambientes operacionais apropriados. Uma arquitetura de dados também abrange componentes de fontes de dados.

 

A arquitetura de dados descreve a forma como os dados serão processados, armazenados e utilizados pela organização que vai usá-lo. Ela estabelece os critérios sobre as operações de processamento, incluindo todo o fluxo dos sistemas.

 

Projetar uma arquitetura de dados é um processo complexo, porque envolve modelos abstratos de dados relativos às atividades de negócios e entidades, bancos de dados e sistemas existentes, a infraestrutura de hardware, a administração desta estrutura pela TI, os responsáveis pela administração e suporte desta arquitetura, os responsáveis pela atualização dos dados, e os processos de integração para distribuição de dados.

 

Este Framework conceitual pode ser utilizado para:

 

Projetos de Master Data Management – dando subsídios da estrutura, eficiência e qualidade da arquitetura de dados, para que regras de governança sejam definidas
Melhoria nos processos de negócio da empresa – simplificação de processos, redução de infra-estrutura, aumento de performance
Adoção de novos sistemas – definição de campos de dados a serem utilizados, necessidade de integração, uso de dados existentes
Planejamento de evolução de sistemas – estabelecer características para implantação de novos sistemas
Projetos de Integração de Dados – identificar duplicação de dados, lacunas na distribuição, definição de estrutura de integração de dados
Projetos de DataWarehousing – alinhamento das informações necessárias a tomada de decisão e relatórios, e definição de fontes de dados, processos de ETL etc.
Projetos de BI – definição de uso ou não de um DW para a implantação de um BI, análise de performance de acesso direto e intermediação de um DW para o BI

 

 

CARREIRA – Pós Graduação em BI (Portugal)

E para quem deseja em dar um “up” na carreira, confira este curso de pós graduação em Business Intelligence para a área da Saúde oferecido pela Universidade Nova de Lisboa.

Uma excelente oportunidade para quem deseja estudar fora do país.

O curso que tem como principais objetivos conhecer os desafios do novo mercado da saúde e em particular os instrumentos de planejamento e de controle de gestão nas organizações de saúde, além de permitir que o aluno possa utilizar aplicações analítica, de monitorização do desempenho das organizações e identificar os indicadores chave das aplicações analíticas no contexto da saúde tem a duração de 2 semestres e iniciam as aulas em fevereiro de 2015.

O curso é destinado para a gestores e profissionais de saúde que trabalham na área da gestão de informação e do conhecimento neste segmento.

Para maiores informações, basta acessar o site da universidade: http://www.isegi.unl.pt/GIBIS/