Análise de Crédito e SAS

Por Alessandro Lemes da Silva

Atualmente tenho a oportunidade de trabalhar em uma das maiores financeiras de país e por ser uma empresa de grande porte, com uma vasta carteira de clientes, diversos produtos à oferecer, os riscos inerentes a esse tipo de negócio devem ser apurado, mitigados e mantidos sob controle.

Nesse tipo de segmento de negócio, o diferencial se dá quando se obtém velocidade no processo de análise de crédito, sendo que essa velocidade viabiliza a alavancagem de diversas frentes importantes que aumentam a rentabilidade e a segurança das transações.

Processamento em tempo real

O risco de crédito é definido como o risco de incorrer perdas em empréstimos e recebíveis (existentes ou potenciais, devido a compromissos dados) resultantes de uma mudança na qualidade do crédito dos devedores, o que pode resultar em inadimplência.

O Processamento em tempo real é um mecanismo importante e que deve ser compreendido sob a ótica operacional, uma vez que o principal objetivo é agilizar o mecanismo de concessão, revisão e manutenção de crédito de clientes, de maneira segura e eficaz.

Fazendo uso desse mecanismo é possível reunir informações relevantes sobre o tomador de crédito e partir por decisões assertivas com base no resultado obtido através de uma aplicação preditiva.

A ferramenta SAS oferece diversas formas de desenvolver e utilizar esse mecanismo, desde de soluções que podem ser desenvolvidas ao longo do processo ou através de uma solução integrada chamada SAS Real-Time Decision Maker.

Os recursos associados ao processo em tempo real prevê não somente velocidade na resposta, mas na aplicação de modelos matemáticos que remetem à capacidade prevenção, considerando toda a classificação de riscos conforme o quadro abaixo:

 

 

Risco

Método de identificação

Inadimplência

– Relatórios diários detalhados por produto, cliente e quantidade de dias em atraso;
– Modelos estatísticos de escore de crédito que determinam a probabilidade de um cliente ser inadimplente em um determinado período de tempo;
– Relatórios mensais com as faixas de rolamento por produto.

Concentração

– Relatórios mensais com os principais clientes classificados por volume de exposição total de crédito, divididos por setor.

Fraude

– Relatórios semanais detalhados por cliente, produto e valor de fraude;
– Modelos estatísticos de escore de fraude que definem a probabilidade de uma transação ser fraude em um determinado período de tempo;
– Procedimentos internos (sistêmicos e manuais) que visam mitigar o risco das operações.

Contraparte

– Relatórios mensais detalhados por parceiro comercial com a descrição de indicadores de desempenho de risco;
– Relatórios de risco de crédito fornecidos diariamente por entidades externas de controles de risco (agências de rating e bureau de crédito);
– Modelos financeiros e de crédito que determinam a probabilidade de uma empresa ter dificuldades de crédito em um determinado período de tempo.

Ineficiência dos Mitigadores

– Relatórios diários detalhados de recuperação de crédito por produto, valor, cliente, quantidade de dias em atraso e eficiência no processo de cobrança.

 

Um grande diferencial no uso do processamento em tempo real é reunir informações diversas, gerais do mercado e de outros serviços viabilizando grandes silos de dados para efetuar diversos estudos descritivos e preditivos visando melhorar a assertividade de modelos e a maturidades das políticas de crédito.

Nós profissionais de tecnologia, devemos cultivar a capacidade de intepretação da necessidade do negócio com o qual estamos envolvidos e atuar em soluções flexíveis que visem velocidade para que nossos usuários tenham o tempo direcionado a análise e busca de oportunidades de novos negócios.

 

Conheça quais são os estilos de compradores no Natal

O portal “No Varejo”, publicou recentemente uma matéria que traz os estilos mais comuns dos compradores na época do natal. O estudo “Holiday Shopping Styles Report”, feito pela empresa de Business Intelligence SAS com mais de 2.000 pessoas nos Estados Unidos, encontrou os estilos abaixo:

– Guerreiros da Black Friday: grupo com gasto médio de US$ 1.422, e é simbolizado pelas pessoas que passaram horas nas filas esperando a abertura das lojas para aproveitar os descontos.

– Estouradores de Orçamento: Gastam, em média, US$ 1.132. Pagam por conveniência, gastam mais que o planejado e consideram gift cards muito impessoais.

– Compradores Práticos: Gasto médio esperado de US$ 1.108. Farão todas as compras de Natal de uma só vez, usando uma lista e controlando o orçamento.

– Presenteadores Perfeitos: Gastam em torno de US$ 1.056. Adoram comprar e se inspiram em muitos lugares.

– Cyber Shoppers: Gastarão US$ 955 e consideram as compras de Natal um estorvo. Evitam as multidões nas lojas, preferindo comprar de casa, online.

– Esperançosos de Última Hora: são os 5% de clientes (gasto médio de US$ 955) que correm para o shopping na véspera do Natal. Acreditam que esperar até o fim é uma forma de economizar dinheiro, e normalmente fazem todas as compras de uma vez só.

– Rabugentos: Acham que a decoração de Natal sempre é colocada cedo demais, detestam as multidões de consumidores, não mimam seus familiares e não pagam por conveniência.

Para ler a matéria completa, acesse: http://bit.ly/1Gaqz9G

Fonte: SAS Brasil e No Varejo