A descoberta dos cientistas de dados

Confira a reportagem que saiu no site do Valor Econômico. A matéria fala sobre a importância e necessidade que o mercado possui em encontrar profissionais que atuam com grande volume de dados.

Especialistas afirmam que o crescimento de dados gerados pelos consumidores crescerá exponencialmente nos próximos anos. As empresas que não souberem o que fazer com eles correm o risco de perder mercado. Para o Brasil, essa avaliação é ainda mais preocupante em razão da escassez de profissionais qualificados na área de análise de dados. As organizações estão começando a ter a figura do cientista de dados, mas a formação nesse setor ainda é deficiente.

Por este motivo, é de extrema importância que o profissional procure se qualificar e adaptar os seus conhecimentos para atender as necessidades exigidas pelo mercado.

Muitas empresas de consultoria e treinamento oferecem cursos específicos para manipulação, extração e mineração de dados, permitindo assim que o profissional torne-se um “cientista dos dados”.

Saiba mais e leia a matéria na íntegra: http://www.valor.com.br/carreira/2756838/descoberta-dos-cientistas-de-dados

Gerenciamento de Risco


A 18ª edição da revista SASCOM, aborda os benefícios adquiridos pela Golden Cross, após a adoção do Enterprise Guide. A empresa conta como foi beneficiada com a qualificação da base de dados e precisão no gerenciamento de risco.

Abaixo, fizemos um pequeno resumo da entrevista, para que você possa ficar por dentro.

Com o foco do projeto em analisar as vendas de planos de saúde para clientes que não declaravam risco, ou seja, aqueles que não têm nenhuma patologia reconhecida. Nesses casos, são grandes as chances de encontrar comportamentos fraudulentos. Com isso, foram implementadas metodologias para enxergar quem, de fato, apresenta alto ou baixo risco para a empresa. Segundo o executivo da área atuarial (Sérgio Antunes), o SAS Enterprise Miner foi essencial nessas ações.

Hoje, após a adoção da ferramenta do SAS, a assertividade em termo de gerenciamento de risco é de 89,5%.

Para ler a matéria completa, acesse o link: http://www.sas.com/offices/latinamerica/brazil/sascom/revistas/pdfs/sascom_2011q3-ed-18.pdf

Fonte: SASCOM

BI: firme e forte no mercado

O gasto global com software de Business Intelligence (BI), analytics e gestão de desempenho subiu 13,4% em 2010, atingindo a marca de 10,5 bilhões de dólares. Os números são do Gartner e refletem a força que BI vem ganhando ao longo de todo o processo de recuperação econômica, já que as empresas precisam de software para buscar eficiência administrativa e ganhar vantagem competitiva.

O segmento de BI permanece dominado por uma série de players grandes, como SAP, IBM, Oracle e Microsoft. Sozinhas, as quatro empresas controlam 59% do mercado para BI e softwares de desempenho de performance, de acordo com o Gartner. Na área de analytics, o SAS institute tem papel dominante.

Embora não possa oferecer percentuais específicos, Sommer estima que uma grande fatia das novas licenças de BI vem de usuários existentes, que compram mais licenças. Os projetos novos respondem por uma parte menor.

“De uma forma geral, dá para observar uma mudança de manutenção para licença, do conceito de desenvolvimetno para o de serviço”, disse Sommer. No ano passado, melhorias na área econômica e grandes lançamentos de produtos provenientes de IBM, Oracle e outras, alavancou um novo esforço de vendas de licenças, atraindo uma demanda reprimida”, complementou.

As receitas provenientes de vendas de BI devem manter a tendência ascendente nos próximos anos, já que os fornecedores redobrarção os esforços e as estratégias para levar as ferramentas para as mãos de mais usuários.

A maioria dos fornecedores também estão buscando agregar ofertas para dispositivos móveis o mais rápido possível, em razão da chegada de tablets e smartphones no ambiente de trabalho.

A companhia de pesquisas Forrester Research previu, recentemente, que a ascensão dos tablets vai aumentar de forma significante a penetração de BI móvel, em razão das telas grandes, mais aderentes aos modelos de virtualização e navegação que conseguem tirar mais utilidade dos softwares em BI.

Fonte: computerworld.com.br