dezembro 13 2017 0comment

CARREIRA: Profissões de tecnologia que serão essenciais

Ao longo dos anos, novas profissões aparecem enquanto outras passam a declinar gradativamente. Isto acontece por diversos motivos: evolução da tecnologia, mudança de comportamento da sociedade, crises econômicas, entre outros. Alguns estudos apontam que, até 2025, um em cada três postos de trabalho será substituído por tecnologia inteligente.

Para ajudar nesta reflexão, listamos algumas profissões que estão surgindo em função de evoluções tecnológicas e que tem um grande potencial para o futuro:

 Analistas de machine learning:  Analistas de machine learning precisam ter experiência com desenvolvimento, banco de dados e capacidade de encontrar padrões em grandes massas de dados.

. Especialista em automação residencial: Se, no passado, a automação dos processos era algo exclusivo de empresas, o futuro promete as mesmas necessidades nas casas. Muitas pessoas, embora usem computadores e internet diariamente, não são digitalmente “capacitadas”, precisando do auxílio de profissionais específicos para este fim.

. Especialista em clouding: Embora muito discutido, o clouding ainda é algo inovador no mercado de TI e, por isso, carece de profissionais especializados na solução e que possam orientar as empresas de forma adequada sobre as vantagens, desvantagens e requisitos para sua implantação.

. Desenvolvedores full-stack: Antigamente, os desenvolvedores eram categorizados em back-end e front-end, ou seja: o desenvolvedor back-end trabalha na parte “interna” dos sistemas, programando os códigos-fonte e precisa ter conhecimentos de novas ferramentas de desenvolvimento e principalmente banco de dados. O futuro promete valorizar profissionais que trabalhem nas duas frentes, chamados de full-stack, numa atuação mais generalista e menos especialista.

Cientista de dados:A internet trouxe a era dos dados e as empresas e governos precisam lidar com o processamento de um volume gigantesco de informações. Neste novo contexto, surgiu a figura do Cientista de Dados, que tem o objetivo de permitir que todo este processo aconteça.  Provavelmente, estes profissionais deverão ser bem remunerados, pois, muitas vezes, estarão lidando com dados sigilosos de clientes e empresas.

 

Fonte: Canaltech

novembro 16 2017 0comment

Estudos afirmam que bancos brasileiros são os que mais valorizam estrategicamente a Inteligência Artificial

Aproximadamente 94% das instituições financeiras brasileiras valorizam as soluções de inteligência artificial, segundo pesquisa encomendada pela GFT, empresa de TI especializada em transformação digital para o setor financeiro.

Realizada com 285 profissionais de pequenos, médios e grandes bancos de varejo — com dois participantes no máximo por instituição financeira —, o estudo revela as informações e o nível de maturidade sobre transformação digital e inteligência artificial. Os entrevistados ocupam posições de diretoria e gerência, tanto em áreas de negócios quanto em TI. A pesquisa foi realizada em oito países, entre eles, o Brasil.

A Inteligência Artificial está preparada para transformar o setor bancário ao longo dos próximos anos. A pesquisa mostrou que 83% dos entrevistados enxergam a importância da IA. O Brasil, Reino Unido e o México lideram em termos deste reconhecimento.

Em comparação a outros países, o Brasil é o principal país a reconhecer a importância da IA. Cerca de 30% dos entrevistados a consideram estratégica e outros 33% a veem como de importância tática.

Os números apontam que, sem dúvida, estamos entrando em uma nova era.

Fonte: Computerworld

novembro 09 2017 0comment

Quadrante Mágico Gartner 2017

O Tableau, através da Gartner, disponibilizou um relatório sobre o Quadrante Mágico de 2017 para Plataformas de Ánálise e Business Intelligence.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o link ou clicar na imagem abaixo: https://goo.gl/meUn1h

Este gráfico foi publicado pela Gartner, Inc. como parte de um documento de pesquisa maior e deve ser avaliado no contexto do documento inteiro. O documento da Gartner pode ser obtido mediante solicitação à Tableau.

A Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço representado em suas publicações de pesquisa, e não aconselha usuários de tecnologia a selecionar somente esses fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa da Gartner e não devem ser consideradas verdades incontestáveis. A Gartner isenta-se de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a essa pesquisa, incluindo as garantias de comerciabilidade ou adequação para um propósito específico.

Fonte: Tableau

setembro 27 2017 0comment

Vamos falar sobre a vergonha?

Por Dulcineia Alcock

Pense numa situação em que você tenha sentido vergonha, uma situação atual ou da sua infância, não importa. Você ainda fica corado? O que acontece no seu corpo? Como você se sentiu? inadequado? deslocado? Como isto ainda afeta a sua performance, a sua criatividade? Prefere não falar sobre o assunto?

A escritora Brené Brown, que fez uma pesquisa intensiva sobre vulnerabilidade, descreve a vergonha como sendo o medo de romper um vínculo.

Eu ainda consigo me lembrar de uma negociação com um novo cliente, que vinha me tratando muito bem, até o momento em que ele perguntou: “você fala inglês, certo?” e eu disse que não. Eu podia ver a decepção nos olhos dele, e ele repetiu a pergunta mais uma vez: “você não fala inglês?!”, na frente do meu chefe. Mesmo hoje, falando inglês fluentemente, posso me lembrar do que senti aquele dia – meu rosto queimava. Havíamos nos desconectado e eu não merecia mais a sua admiração.

Nós agimos com o objetivo de suprir nossas necessidades de amor e aceitação, mesmo que não nos demos conta disto num nível consciente. Quando sentimos vergonha, o que está por trás é que acreditamos que não somos mais merecedores de amor e aceitação. Passamos a acreditar que não somos suficientes – bons o suficiente, magros o suficiente, competentes o suficiente.

A vergonha acontece no cérebro límbico, responsável pelas nossas emoções. Para você ter uma ideia da importância de falarmos sobre ela, estudos mostram que a rejeição social estimula as mesmas áreas do cérebro que são ativadas quando sentimos a dor física – ser rejeitado, dói. Sentir vergonha, dói.

Brown faz um paralelo entre a vergonha e a culpa: na culpa, achamos que fizemos algo errado. Na vergonha, achamos que somos errados.

Quais seriam, então, algumas maneiras de lidar com a vergonha e atenuar os seus efeitos?

Bom, o primeiro passo é exatamente o que estamos fazendo aqui – falar sobre ela e entender seus mecanismos. A cada vez que tentamos suprimir um sentimento, o fortalecemos. O que é suprimido fica inconsciente, cresce e é muito mais difícil lidar.

A escritora Julia Cameron, autora do livro “O Caminho do Artista” expressa a importância de compartilhar o que acontece com as pessoas certas – pessoas que oferecerão suporte e empatia.

Um outro passo é mapear a vergonha para reconhecê-la, usando as perguntas feitas no primeiro parágrafo deste texto.

No momento exato em que você sente vergonha, poderá usar um exercício de Neurociência que o ajudará a sair do cérebro límbico e voltar para o neocortex: pense em algo prático: números, planilhas, conte os dias da semana. Encontre uma palavra que poderá dizer a si mesmo quando sentir que entrou neste estado, e use-a como uma espécie de amuleto.

De novo: não suprima o sentimento – simplesmente entre em um estado em que você será capaz de investigar o assunto com certa distância, entendendo o que realmente desencadeou aquela reação. Quando agimos sob a influência do cérebro límbico, entramos em estado de alerta (lutar, fugir, congelar), e a vergonha poderá desencadear outras reações indesejadas, como a agressividade, por exemplo, daí a importância de saímos do estado emocional.

Cameron diz que os antídotos para a vergonha são o amor próprio e o autoacolhimento. Trate a si mesmo como trataria um amigo na mesma situação: com compaixão e entendimento.  Diga a si mesmo que vai ficar tudo bem, e lembre-se de tantas outras vezes em que você foi bem sucedido naquela ou em outra situação.

Lembre-se: mostrar-se vulnerável, ao invés de enfraquecê-lo o fará forte e estabelecerá conexões com as outras pessoas. A vergonha é uma emoção inerente a todos nós, você não está sozinho. Ao contrário, você poderá ajudar outras pessoas ao compartilhar as suas histórias.

Como disse Brown, “nós não somos perfeitos, mas somos suficientes”.

 


Dulcineia Alcock é Life Coach, certificada pelo NeuroLeadership Group em Londres.

info@highpeakcoaching.com