novembro 09 2017 0comment

Quadrante Mágico Gartner 2017

O Tableau, através da Gartner, disponibilizou um relatório sobre o Quadrante Mágico de 2017 para Plataformas de Ánálise e Business Intelligence.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o link ou clicar na imagem abaixo: https://goo.gl/meUn1h

Este gráfico foi publicado pela Gartner, Inc. como parte de um documento de pesquisa maior e deve ser avaliado no contexto do documento inteiro. O documento da Gartner pode ser obtido mediante solicitação à Tableau.

A Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço representado em suas publicações de pesquisa, e não aconselha usuários de tecnologia a selecionar somente esses fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa da Gartner e não devem ser consideradas verdades incontestáveis. A Gartner isenta-se de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a essa pesquisa, incluindo as garantias de comerciabilidade ou adequação para um propósito específico.

Fonte: Tableau

setembro 27 2017 0comment

Vamos falar sobre a vergonha?

Por Dulcineia Alcock

Pense numa situação em que você tenha sentido vergonha, uma situação atual ou da sua infância, não importa. Você ainda fica corado? O que acontece no seu corpo? Como você se sentiu? inadequado? deslocado? Como isto ainda afeta a sua performance, a sua criatividade? Prefere não falar sobre o assunto?

A escritora Brené Brown, que fez uma pesquisa intensiva sobre vulnerabilidade, descreve a vergonha como sendo o medo de romper um vínculo.

Eu ainda consigo me lembrar de uma negociação com um novo cliente, que vinha me tratando muito bem, até o momento em que ele perguntou: “você fala inglês, certo?” e eu disse que não. Eu podia ver a decepção nos olhos dele, e ele repetiu a pergunta mais uma vez: “você não fala inglês?!”, na frente do meu chefe. Mesmo hoje, falando inglês fluentemente, posso me lembrar do que senti aquele dia – meu rosto queimava. Havíamos nos desconectado e eu não merecia mais a sua admiração.

Nós agimos com o objetivo de suprir nossas necessidades de amor e aceitação, mesmo que não nos demos conta disto num nível consciente. Quando sentimos vergonha, o que está por trás é que acreditamos que não somos mais merecedores de amor e aceitação. Passamos a acreditar que não somos suficientes – bons o suficiente, magros o suficiente, competentes o suficiente.

A vergonha acontece no cérebro límbico, responsável pelas nossas emoções. Para você ter uma ideia da importância de falarmos sobre ela, estudos mostram que a rejeição social estimula as mesmas áreas do cérebro que são ativadas quando sentimos a dor física – ser rejeitado, dói. Sentir vergonha, dói.

Brown faz um paralelo entre a vergonha e a culpa: na culpa, achamos que fizemos algo errado. Na vergonha, achamos que somos errados.

Quais seriam, então, algumas maneiras de lidar com a vergonha e atenuar os seus efeitos?

Bom, o primeiro passo é exatamente o que estamos fazendo aqui – falar sobre ela e entender seus mecanismos. A cada vez que tentamos suprimir um sentimento, o fortalecemos. O que é suprimido fica inconsciente, cresce e é muito mais difícil lidar.

A escritora Julia Cameron, autora do livro “O Caminho do Artista” expressa a importância de compartilhar o que acontece com as pessoas certas – pessoas que oferecerão suporte e empatia.

Um outro passo é mapear a vergonha para reconhecê-la, usando as perguntas feitas no primeiro parágrafo deste texto.

No momento exato em que você sente vergonha, poderá usar um exercício de Neurociência que o ajudará a sair do cérebro límbico e voltar para o neocortex: pense em algo prático: números, planilhas, conte os dias da semana. Encontre uma palavra que poderá dizer a si mesmo quando sentir que entrou neste estado, e use-a como uma espécie de amuleto.

De novo: não suprima o sentimento – simplesmente entre em um estado em que você será capaz de investigar o assunto com certa distância, entendendo o que realmente desencadeou aquela reação. Quando agimos sob a influência do cérebro límbico, entramos em estado de alerta (lutar, fugir, congelar), e a vergonha poderá desencadear outras reações indesejadas, como a agressividade, por exemplo, daí a importância de saímos do estado emocional.

Cameron diz que os antídotos para a vergonha são o amor próprio e o autoacolhimento. Trate a si mesmo como trataria um amigo na mesma situação: com compaixão e entendimento.  Diga a si mesmo que vai ficar tudo bem, e lembre-se de tantas outras vezes em que você foi bem sucedido naquela ou em outra situação.

Lembre-se: mostrar-se vulnerável, ao invés de enfraquecê-lo o fará forte e estabelecerá conexões com as outras pessoas. A vergonha é uma emoção inerente a todos nós, você não está sozinho. Ao contrário, você poderá ajudar outras pessoas ao compartilhar as suas histórias.

Como disse Brown, “nós não somos perfeitos, mas somos suficientes”.

 


Dulcineia Alcock é Life Coach, certificada pelo NeuroLeadership Group em Londres.

info@highpeakcoaching.com

setembro 20 2017 0comment

Infomev na Mídia

Recentemente, a Infomev foi citada em alguns sites de notícias. Ficamos tão felizes que gostaríamos de compartilhar com vocês!

 

 

setembro 13 2017 0comment

Cursos personalizados em ferramentas analíticas garantem melhor aproveitamento

Empresa de treinamento em BI aposta em cursos personalizados para a formação de profissionais

O conhecimento, segundo o dicionário português, é compreendido também como sabedoria. Ao conhecermos determinado assunto, nos tornamos cada vez mais capacitados e aptos para exercê-lo. Principalmente, quando personalizamos ou customizamos aquilo que pretendemos estudar ou aprimorar, seja na área pessoal ou profissional.

Seguindo esta lógica e conceito, a Infomev, uma empresa paulista que oferece consultoria e treinamento na área de BI, Big Data e Analytics, desenvolveu cursos sob medida que garantem melhor aproveitamento do conteúdo exposto. “Embora pareça ser básico, transformar questões técnicas em uma linguagem simples, é essencial para que os alunos consigam absorver o conteúdo exposto”, garante o CEO da Infomev, Márcio Bernardo Faustino, que atua há mais de 10 anos em soluções de BI (Business Intelligence).

A experiência da Infomev de simplificar informações complexas em dados usáveis, já soma mais de uma década. Além dos treinamentos, a empresa desenvolve soluções em Big Data, auxiliando os clientes a entenderem com profundidade o mercado em que atuam. “Transformar dados em informação relevante para tomada de decisão, é essencial para que os clientes possam pensar e agir estrategicamente e esta linha de pensamento tem que estar presente também nos alunos que participam dos treinamentos”, pontua Márcio Bernardo Faustino.

Os cursos personalizados são de suma importância na área negócios, pois além de trazer desafios que os profissionais enfrentam no cotidiano, ele é estimulado a pensar e sugerir soluções práticas. A abordagem nos cursos precisa ser clara e de fácil assimilação, já que os assuntos são bastante técnicos. A capacidade de transmitir questões técnicas de uma forma simples sempre foi o objetivo da empresa, que utiliza os conceitos de Andragogia – ciência de orientar adultos a aprender. Com a constante prática e aderente às situações comuns no ambiente de trabalho. “Aplicamos sempre o conceito (neurolinguística) de que a abordagem durante o treinamento deve atingir os três tipos de alunos: auditivo, visual e cinestésicos”, completa o executivo.

O resultado de um treinamento customizado é pelo menos 40% maior que um treinamento padrão. “Durante o treinamento procuramos utilizar exemplos cotidianos de nossos alunos. Isso facilita o entendimento e na maioria das vezes, os exercícios realizados necessitam de poucas alterações para as tarefas do dia a dia”, conclui Márcio Bernardo Faustino.

Para quem deseja fugir dos cursos tradicionais, certamente é uma boa pedida!