junho 14 2016 0comment

Mainframe: Conheça alguns mitos

O mainframe é o sistema mais confiável e disponível para escalar alto volume de dados com cargas de trabalho digitais. Ao longo do tempo, começou a ser visto como irrelevante para processamento de grande escala de dados em nuvem. Mas fato é que o mainframe se tornou mais importante do que nunca e deve manter seu posto durante a próxima década.

Essencial para infraestruturas de TI, essa tecnologia foi culturalmente associada à inteligência artificial, bastante difundida em clássicos do cinema, como “O Exterminador do Futuro” e “Matrix”. O site TANETUAI listou alguns mitos do mainframe.

  1. O mainframe está morto, ou em vias de…

Errado. Usuários de dispositivos móveis realizam cerca de 37 transações diárias e 91% de seus apps comunicam-se via mainframe. Isto significa que praticamente todas as operações de cartão de crédito, remessas e reservas de passagens aéreas incluem, pelo menos, uma interação com o mainframe. Em alguns momentos são criadas múltiplas interações.

  1. Empresas poupam dinheiro ao substituir mainframes por cloud-computing ou infraestrutura de cluster de grande escala.

Errado. Um estudo revelou que em 18 dos 19 setores da indústria, as companhias que contavam primordialmente com mainframes para seu crescimento fizeram mais receita por cada dólar gasto em Infraestrutura de TI do que as companhias que se baseavam primordialmente em servidores commodities. Essas organizações apresentam, em média, custos 35% menores com infraestrutura geral de TI em comparação àquelas que dependem de servidores commodities.

Para ler os outros mitos, confira o post completo no TANETUAI.COM

abril 25 2016 0comment

Infomev oferece curso de CRM

A Infomev criou um novo curso de CRM. Voltado para analistas de negócio (CRM/DBM) que são responsáveis por seleção de público e avaliação de retorno nas ações de marketing direto, o curso CRM: Seleção, Planejamento e Análise de Resultados, possui 24 horas de duração e tem como objetivo capacitar o usuário a construir um conceito de gestão do cliente, a introduzir conceitos estatísticos, planejar e implantar técnicas de amostragem e tipos de testes a serem utilizados e a calcular indicadores e impactos financeiros.

Entre os conteúdos apresentados, estão:  Conceitos de CRM, Entendimento dos Cases, Conceitos estatísticos, Amostragem, planejamento, mensuração de resultados estatísticos, mensuração de resultados financeiros, apresentação de resultados, desenvolvimento dos cases.

O curso promete entregar aos alunos o entendimento dos conceitos da gestão do cliente e de CRM, diferenciar marketing transacional e marketing de relacionamento e identificar objetivos e problemas comuns em CRM. Vai estar apto a interpretar os tipos de dados existentes na empresa e qual melhor forma de utilização e diferenciar os tipos de amostragem e quais os melhores a serem aplicados bem como calcular as estatísticas dos resultados obtidos e avaliar financeiramente cada campanha efetuada.

Maiores informações: contato@infomev.com.br

novembro 30 2015 0comment

Para qualquer problema, há sempre uma saída

Gostamos muito de crônicas pois tratam de grandes ensinamentos através de pequenas histórias. Confira esta que separamos para vocês, especialmente para o início da semana.

Muitas vezes, ao nos deparamos com certos problemas ou desafios, nos sentimos desesperados e perdidos, sem saber o que fazer ou como solucionar àquela situação. A boa notícia é que não há motivos para desespero. Basta respirar fundo, manter a calma que a solução chega em nossas mentes como um passe de mágica.

“Cera vez, um homem foi acusado de um crime que não cometeu. Ele sabia que tudo seria feito para condená-lo. O juiz simulou um julgamento justo, fazendo ao final uma proposta ao acusado:

– Vou escrever em um pedaço de papel a palavra “inocente” e em outros a palavra “culpado”. Você sorteia um dos papéis e aquele que pegar será o seu veredicto.

Sem o acusado perceber, o juiz escreveu nos dois papéis a palavra “culpado”, de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a armadilha, pegou um dos papéis e rapidamente o colocou na boca e engoliu.

– Mas o que você fez, homem?! E agora? – disse o juiz. – Como vamos saber qual o seu veredicto?

-É muito fácil – respondeu o acusado. – Basta olhar o papel que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário.

Imediatamente o homem foi libertado.

Moral da história: por mais difícil que seja uma situação, nunca deixe de acreditar até o último momento. Para qualquer problema, há sempre uma saída.

*Crônica retirada do livro “O que podemos aprender com os gansos” 12ª Edição – Alexandre Rangel.

novembro 17 2015 0comment

Crônica: a qualidade das pequenas tarefas leva à qualidade total

Determinadas crônicas nos fazem refletir sobre o nosso comportamento. Essa, em especial, nos mostra o quanto pequenas ações podem influenciar no resultado total. Vale a pena a leitura e a reflexão.

 

Alguns profissionais acham que o trabalho que fazem não tem muita importância. Às vezes negligenciam suas obrigações e acabam realizando tarefas malfeitas, sem perceber que consequências uma pequena falha pode gerar, por mais insignificante que seja.

Diz a lenda que o rei Ricardo III se preparava para a maior batalha de sua vida. Um exército liderado por Henrique, Conde de Richmond, marchava contra o seu. A disputa determinaria o novo monarca da Inglaterra.

Na manhã da batalha, Ricardo mandou um cavalariço verificar se seu cavalo preferido estava pronto.

– Ferrem-no logo – disse ao ferreiro. – O rei quer seguir em sua montaria à frente dos soldados.

– Terás que esperar – respondeu o ferreiro. – Há dias vendo ferrando todos os cavalos do exército real e agora preciso ir buscar mais ferraduras.

– Não posso esperar – gritou o cavalariço, impacientando-se. – Os inimigos do rei estão avançando neste exato momento e precisamos ir a seu encontro no campo. Faz o que puderes agora com o material de que dispões.

O ferreiro, então, voltou todos os esforços para aquela empreitada. A partir de uma barra de ferro, providenciou quadro ferraduras. Malhou-as o quanto pôde até dar-lhes formas adequadas. Começou a pregá-las nas patas do cavalo, mas depois de colocar as três primeiras descobriu que não havia pregos para a quarta.

– Preciso de mais um ou dois pregos – disse ao cavalariço do rei -, e vai levar tempo para confeccioná-los no malho.

– Eu já disse que não posso esperar – respondeu, impaciente, o cavalariço. – Já se ouvem as trombetas. Não podes usar o material que tens?

– Posso colocar a ferradura, mas não ficará tão firme quanto as outras.

– Ele cairá? – Perguntou o cavalariço.

– Provavelmente não – retrucou o ferreiro-, mas não posso garantir.

– Então, usa os pregos que tens! – gritou o cavalariço. – E anda logo, senão o rei Ricardo se zangará conosco.

Os exércitos se confrontaram e Ricardo participava ativamente, no coração da batalha. Tocava a montaria, cruzando o campo de um lado para o outro, instigando os homens e combatendo os inimigos.

– Avante! – bradava, incitando os soldados contra a linha de Henrique.

 

Lá longe, na retaguarda do campo, avistou alguns de seus homens batendo em retirada. Se os outros os vissem, também iriam fugir da batalha. Então, Ricardo meteu as esporas na montaria e partiu a galope na direção da linha desfeita, conclamando os soldados a voltar à luta.

Mal cobrira metade de distância, seu cavalo perdeu uma das ferraduras. O animal desequilibrou-se e caiu, Ricardo foi jogado ao chão. Antes que o rei pudesse agarrar de novo as rédeas, o cavalo, assustado, levantou-se e saiu em disparada. Ricardo olhou em torno e viu seus homens dando meia-volta e fugindo, e os soldados de Henrique fechando o cerco ao redor. Brandiu a espada no ar e gritou:

– Um cavalo! Um cavalo! Meu reino por um cavalo!

Mas não havia nenhum por perto. Seu exército estava destroçado e os soldados ocupavam-se em salvar a própria pele. Logo depois, as tropas de Henrique dominavam Ricardo, encerrando a batalha.

E desde então as pessoas dizem:

– Por falta de um prego, perdeu-se uma ferradura. Por falta de uma ferradura, perdeu-se um cavalo. Por falta de um cavalo, perdeu-se uma batalha. Por falta de uma batalha, perdeu-se um reino. E tudo isso por falta de um prego na ferradura!

O mesmo vale para a empresa: um pequeno erro no início de um processo pode causar um grande desastre. É com a qualidade das pequenas tarefas que se atinge a Qualidade Total.

O custo de prevenir erros é sempre menor do que o de corrigi-los. O erro é mais oneroso quanto mais cedo ele aparece no processo e quanto mais tarde é detectado e corrigido.

 

Esta crônica foi retirada do livro “ O que podemos aprender com os gansos – 12ª edição”.