agosto 09 2016 0comment

Integração de Dados – Como ele pode facilitar a sua vida?

A integração de dados é um processo que consiste em combinar diferentes tipos de dados, retirados de diferentes fontes e reunir todos eles em um único aplicativo, fazendo com que esses dados possam ser usados para gerar relatórios ou carregamento.

Estes projetos de integração garantem a confiabilidade dos dados e a unificação das informações, permitindo melhor eficiência operacional, redução de custos e, principalmente, minimizar os riscos, aumentando a vantagem competitiva da sua empresa.

A Infomev, através das soluções de integração de dados do SAS, define o processo e constrói rotinas para realizar:

– Extração;

– Transformação;

– Carga (ETL).

Veja como funciona:

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1) Os dados são enviados para um armazém analítico (Data Warehouse). Essa ação permite que toda a empresa tenha uma visão única do cliente.

 

22) A partir deste armazém central de dados, novos armazéns são construídos, de acordo com as necessidades específicas de cada área com diferentes níveis de granularidade.

 

 

33) O resultado é ter em um único lugar informações importantes e estratégicas do seu cliente, como por exemplo, o histórico de ações. Dessa forma, você tem uma visão única do perfil dos seus clientes, facilitando então, a tomada de decisões.

Quer conhecer as outras áreas de atuação do serviço de Consultoria da Infomev?

Assista ao vídeo:

 

Quer saber como a Infomev pode ajudá-lo a interpretar melhor os seus dados?

Entre em contato com a gente que termos enorme prazer em atendê-lo.

contato@infomev.com.br

agosto 04 2016 0comment

Consultoria SAS: A solução da Infomev que entrega CONHECIMENTO

A Infomev é uma empresa que, desde a sua fundação, dedica-se a capacitar e entregar aos seus clientes CONHECIMENTO.

Este conhecimento é entregue através de informações estratégicas que permite compreender profundamente o negócio e o mercado de atuação.

Por este motivo, implantar soluções de inteligência analítica utilizando a plataforma SAS (ferramenta líder de mercado em soluções de inteligência analítica e Business Intelligence), é a especialidade da Infomev. e o grande diferencial encontra-se no preparo da equipe pós implantação.

O serviço de consultoria inclui a entrega dos processos, disponibilização dos modelos e a capacitação dos clientes, para que mesmo após a implantação do projeto, eles possam dar continuidade ao que foi construído e explorar ainda mais a solução de forma independente.

Como benefícios da solução estão: compreender profundamente o seu negócio, ter acesso às informações estratégicas e relevantes da sua empresa (ou da sua área) de maneira ágil, melhorar o desempenho no mercado de atuação, reduzir os custos e aumentar a rentabilidade.

Quer saber como a Infomev pode ajudar o seu negócio a crescer ainda mais?

Basta entrar em contato e solicitar um orçamento: contato@infomev.com.br

julho 07 2016 0comment

SAS Cloud Analytics: A solução que pode ajudar PME’s

2016 é um grande ano para as PME’s brasileiras que desejam investir em análise de dados. O SAS classificou que o pacote de ofertas em nuvem será uma das suas principais estratégias do ano para atender pequenas e médias empresas e demandas departamentais de grandes corporações no país.

O grande diferencial da solução é que os clientes terão à disposição uma oferta pure cloud legítima e com processamento em memória. A ferramenta será ofertada em três opções:

A primeira é uma oferta de SaaS que contempla recursos de análise sem que o cliente tenha que se preocupar com temas relacionados à infraestrutura computacional. A tecnologia permite realizar mineração de dados, previsão de demanda, segmentação de clientes, data Discovery, gestão de campanhas e muito mais.

A segunda opção disponibilizada localmente é a de IaaS, que contempla uma parceria com a Teradata para contratação de um applicance já configurado para utilização de laboratórios de descoberta de dados e Advanced Analytics.

Por fim, há uma opção batizada de Result-as-a-Service. A fabricante afirma que a solução entrega respostas aos desafios de negócios, sem a necessidade de se preocuparem com investimentos em infraestrutura, times especializados e até softwares.

As empresas precisam apenas disponibilizar os dados em templates customizados para todas as necessidades, e assim, terão à disposição toda a inteligência do SAS trabalhando nas respostas mais assertivas.

Para saber um pouco mais como a ferramenta funciona, o SAS disponibiliza no canal do Youtube um vídeo explicativo:

 

Fonte: Computer World

junho 30 2016 0comment

Vamos Falar de Big Data

Por Alessandro Lemes da Silva

Nos últimos anos, grandes fabricantes de soluções de TI têm debatido com uma frequência muito alta a respeito do termo “Big Data”. Vários artigos e reportagens têm sido publicados ultimamente. Muitos desses artigos foram patrocinados por grandes empresas de soluções de TI. A grande maioria delas já possui produtos e soluções de consultoria à disposição em seus portfólios.

1As definições sobre “Big Data” têm sido aprimoradas com o tempo e, no decorrer do tempo, alguns mitos são extintos e outros novos são criados.

Um dos primeiros mitos que ainda persiste no mercado é o fato de que “Big Data” só se aplica a dados não estruturados. Outro mito, ou percepção geral, é de que a maioria das empresas ainda não está preparada ou não possui necessidades de trabalhar com este conceito.

Mas afinal o que é “Big Data”? De forma geral, quando falamos de “Big Data” estamos nos referindo ao crescimento exponencial dos dados, à utilização e ao armazenamento de dados em grandes volumes que desafiam os métodos convencionais de análise e gestão dos dados. Ou seja, é um volume enorme de dados que, por vezes, dependendo das características dos dados e das empresas, devem ser armazenados e processados por mecanismos diferentes do que estávamos habituados.

Vale destacar que os dados podem estar armazenados em formas estruturadas ou não.

Atualmente nossa sociedade gera dezenas de petabytes de informações por dia dos mais variados tipos, entre elas:

  • Informações comuns, como cadastro de clientes, fornecedores, funcionários, produtos, marketing e vendas.
  • Informações sobre dados manipulados nos sistemas de empresas, tais como movimentações bancárias, transações de venda e compra de conteúdo, produtos e serviços.
  • Dados das mídias sociais como Facebook, LinkedIn e Instagram.
  • Dados de sensores e monitoramentos temporais.
  • Dados oriundos de satélites e aplicações geoespaciais.
  • Dados em formato multimídia, como imagens, sons e vídeos.

Um único arquivo de vídeo ou imagem é infinitamente maior em bytes do que uma página simples de texto. Capturar, manusear e analisar este imenso volume de dados é um grande desafio. Adicione a isso o fluxo constante de novos dados em mudança e os desafios se tornam maiores. Entretanto, com esses desafios vêm grandes recompensas para as empresas que são capazes de explorar os dados de forma mais eficaz do que seus concorrentes. Agora as empresas não se contentam apenas em saber o que foi vendido, consumido, comprado. A concorrência e a dinâmica dos negócios trazem cada vez mais a necessidade de entender o comportamento, as tendências, as previsões e as incertezas acerca dos dados dos clientes. Fornecedores, parceiros e demais envolvidos em suas cadeias.

Um dos exemplos clássicos e mais ilustrativos do uso do “Big Data é o da empresa americana Target, que investiu no rastreamento das intensões de consumo de seus clientes. Certa vez, o pai de uma adolescente entrou furioso em uma loja da rede nos Estados Unidos, reclamou com o gerente que sua filha adolescente tinha recebido pelos correios cupons promocionais de produtos para gestantes e que a empresa estava estimulando a sua filha a pensar em engravidar. Imediatamente o gerente da loja pediu desculpas, porém, ao retornar  ao cliente uma semana depois, o gerente da loja foi comunicado pelo próprio pai da adolescente que a Target estava correta e sua filha adolescente já estava grávida. Ele apenas não sabia ainda da novidade naquela ocasião. http://www.forbes.com/sites/kashmirhill/2012/02/16/how-target-figured-out-a-teen-girl-was-pregnant-before-her-father-did/#3db0678a34c6

Outras histórias como essa são comuns quando falamos sobre “Big Data”, porém sempre me lembro das seguintes questões: a privacidade da cliente foi respeitada? Mesmo com a informação correta, a empresa poderia sofrer alguma sanção legal? Em alguns casos, o excesso de informação não pode ser uma “desvantagem” competitiva em vez de ser uma vantagem? Muitas das respostas para essas questões ainda não são unânimes. Para tanto, o mercado tem investido na formação de profissionais dedicados a terem essas respostas. Matemáticos, estatísticos e advogados têm atuado em conjunto para proporcionarem as respostas mais unânimes possíveis.

As tecnologias que sustentam “Big Data” podem ser analisadas sob duas visões: a primeira envolvida com as análises de dados de negócio, geralmente em ambientes de dados analíticos; a segunda com as tecnologias de infraestrutura, que armazenam e processam os petabytes de dados. Neste aspecto, destacam-se os bancos de dados NoSQL. “Big Data” é a comprovação  prática de que o enorme volume de dados gerados diariamente excede a capacidade das tecnologias atuais, geralmente baseadas em bancos de dados relacionais.

Devemos ter em mente que “Big Data” envolve uma grande mudança na forma de trabalho das empresas e não somente uma pequena mudança na adoção de novas ferramentas ou tecnologias. As mudanças são amplas e envolvem aspectos legais, de privacidade e principalmente de Governança de Dados. Neste ponto, a adoção da Gestão de Dados é um importante instrumento para preparar as empresas para o fenômeno “Big Data”.

Como caracterizar o Big Data?

Atualmente, os desafios do “Big Data” podem ser resumidos em cinco palavras ou dimensões, todas com as mesmas iniciais, mais conhecidas como as cinco dimensões “V” do “Big Data”.  São elas: volume, velocidade, variedade, veracidade e valor.

Vale ressaltar que as definições sobre “Big Data” vêm sendo aprimoradas com o decorrer do tempo. Quando iniciei minhas pesquisas sobre o tema, o mercado entendia como desafios apenas três dimensões (volume, velocidade e variedade). Atualmente já são cinco. Portanto, não se assuste se, ao ler futuramente outros materiais sobre o tema, os autores estiverem falando de uma ou duas dimensões a mais na definição deste conceito.

A imagem a seguir demonstra todas as cinco dimensões atuais do “Big Data”.

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Volume

O volume é o primeiro desafio que as organizações enfrentam ao lidar com o “Big Data”. Corresponde à quantidade de dados armazenados, representados através do tamanho e da quantidade de registros/informações que um banco de dados possui. Quanto maior o volume, maiores os esforços na gestão dos dados.

 

Velocidade

É o desafio de lidar com o tempo rápido de resposta com que os novos dados são criados e os dados existentes, modificados. Esses dados devem estar disponíveis imediatamente para operações de pesquisas e análise dos dados. São os dados em ação.

 

Variedade

Consiste nas implementações de dados que requerem tratamento de vários formatos e tipos, incluindo dados estruturados e não estruturados. Os bancos de dados devem ser capazes de analisar todos estes tipos de dados e fundi-los para produzir resultados de pesquisa e análise que não poderiam ser alcançados anteriormente. São os dados em múltiplas formas e representações.

 

Veracidade

A veracidade consiste no grau de incerteza e inconsistência dos dados devida à ambiguidades, à baixa qualidade e à completeza dos dados. Representa a confiabilidade dos dados.

 

Valor

Corresponde ao retorno, financeiro ou não, que um determinado conjunto de dados fornece à empresa. Atualmente, boa parte dos dados considerados “Big Data” são redundantes, incompletos ou simplesmente não agregam valor ao negócio da empresa. Se a empresa consegue valorar os seus conjuntos de dados, ela consegue focar os esforços na gestão dos dados que dão maior retorno a ela. “Big Data” só faz sentido se o valor da análise dos dados compensar o custo de sua coleta, armazenamento e processamento.

 

Considerações Finais

“Big Data”  promete ser uma realidade nas empresas brasileiras. Seu potencial ainda não é totalmente reconhecido, porém já vemos sinais claros desta importância quando lemos diversos artigos de empresas e organizações internacionais sobre a adoção do “Big Data”.

No Brasil, muito tem se falado sobre o assunto, principalmente os vendedores de soluções, porém os casos reais de utilização ainda são poucos. Estima-se que esta onda de crescimento chegue rapidamente no Brasil, porém tanto as empresas quanto os profissionais ainda não estão totalmente preparados para utilizar o melhor da tecnologia.

A promessa de crescimento da tecnologia do “Big Data” e a falta de preparo dos profissionais não são exclusividade do Brasil. O Gartner prevê que, até 2018, a procura por recursos humanos relacionados com o assunto “Big Data” levará à criação de 4,4 milhões de empregos em todo o mundo, porém apenas um terço dos postos de trabalho será preenchido.