Cientista de Dados: Conheça as competências requisitadas no mercado de trabalho

Se você atua com grande volume de dados, pretende dar um UP na sua carreira e obter melhores colocações no mercado profissional, essas dicas foram desenvolvidas para você!

Atualmente, escuta-se falar, em quase todas as áreas das empresas o termo BIG DATA. Logo, as empresas e os executivos têm em suas mãos um grande desafio: encontrar profissionais especializados e cientistas de dados capazes de capturar, armazenar, gerenciar e analisar grandes volumes de dados  para usá-los de maneira estratégica e agregar ainda mais valor ao negócio.

O requisito básico de um cientista de dados é saber programação, ser capaz de criar modelos estatístico e ter o conhecimento e domínio apropriado de negócios. É imprescindível compreender as diferentes plataformas de Big Data e como elas funcionam.

Geralmente esses profissionais são formados em estatística, matemática ou ciências da computação. Porém um estatístico não necessariamente é um cientista de dados, afinal ele não manipula dados e sim os recebe, ou seja, não participa da etapa anterior.

O cientista de dados vai além, pois ele deve estar capacitado analiticamente para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base na tecnologia de Big Data. Precisa transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios Ou seja, é um profissional que precisa reunir habilidades analíticas e de negócios para apresentar (e sugerir) as melhores ações.

Obviamente o profissional deve ter o perfil analítico, ser observador e criativo, além de possuir uma excelente capacidade de manipulação de softwares e ferramentas de análise. Fazer cursos de capacitação, workshops, entender a lógica de programação e manipulação de dados é essencial para ter o conhecimento necessário, além de participar de fóruns e grupos de discussão para entender metodologias utilizadas por outros profissionais.

Se você quer ser um cientista de dados admirado pelo mercado de trabalho, invista em capacitação profissional. Sem dúvida, é o melhor caminho para adquirir conhecimentos técnicos, que alinhados com o perfil criativo do profissional, torna-se  uma fórmula excelente que fará de você um profissional único e admirado.

Fonte: computerworld

Evento – Workshop sobre Big Data

O Observatório Nacional (ON/MCTI) sedia, nos dias 3 e 4 de junho no Rio de Janeiro, um workshop sobre big data. O Extremely Large Databases (XLDB) contará com a participação de representantes de instituições como Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), OI, Google, Yahoo, Huawei e SGI.

Estudo recém-divulgado pela consultoria IDC afirma que o universo digital dobra a cada dois anos. Assim, os 4,4 trilhões de gigabytes que existiam no planeta em 2013 passarão a 44 trilhões, em 2020. No que diz respeito ao mercado de big data, a ABI Research estima um salto de U$ 31 bilhões, no ano passado, para U$ 114 bilhões, em 2018. Isso inclui salários de profissionais especializados, compra de equipamentos e software, e contratação de serviços externos relacionados.

Mais informações sobre o evento: http://bit.ly/1trnppT

 

Como o Big Data contribui para a busca de novos profissionais

Para quem achava que o BIG DATA contribuía apenas para informações estratégicas de negócios, destaque perante a concorrência e de marketing, enganou-se. Agora o departamento de RH também pode beneficiar-se deste montante de informações para encontrar e buscar os profissionais adequados para as vagas abertas, antes mesmo de o profissional publicar seu currículo ou sondar uma nova colocação no mercado.

A Adaptworks – empresa brasileira, anuncia uma ferramenta de recrutamento de profissionais, o Compleo Talent, voltado à recomendação de candidatos da área de TI, para todos os portes de empresa. Diferentemente dos sistemas tradicionais de seleção, ele traz como novidade a busca de candidatos que não estão à procura de um novo emprego.

O serviço foi idealizado com base no modelo já aplicado com sucesso nos EUA – o Workforce Science, que utiliza a tecnologia de análise de grandes volumes de dados, conhecida como Big Data, para aprimorar os processos de recursos humanos e correlacionar dados de um candidato com base em diversas fontes – redes sociais, testes online, informações armazenadas na web ou no computador do trabalho, por exemplo, assim o RH pode identificar potenciais candidatos a determinados perfis de vagas. Os benefícios de contar com esta solução são inúmeros, entre eles uma redução no custo de recrutamento, uma vez que serão abordados os profissionais com o perfil adequado para a vaga em questão, além de uma diminuição do tempo médio em que uma oportunidade de trabalho permanece aberta.

Quem disse que outras áreas não podem ser beneficiadas? Agora é a hora de pensar fora da caixinha e identificar onde aplicar os benefícios adquiridos pelo Big Data.

Quer ler a matéria completa? Acesse o link ao lado: http://bit.ly/1qYw33i

Fonte: Convergência Digital

BI Colaborativo – Você sabe o que é?

Bi Colaborativo ou BI em nuvem. Este é o termo que está dando o que falar. Trata-se da união de organizações, de diversos setores e localizações geográficas, que fornecem e compartilham informações. O objetivo principal é ter esta troca de informações e obter feedbacks, além de compartilhar, com maior facilidade, novas ideias que apoiam estrategicamente a tomada de decisão.

Os segmentos de Tecnologia, Finanças e Saúde são os que dão maior importância ao BI colaborativo, com pessoas e as organizações trabalhando em conjunto para desenvolver um entendimento comum que, por sua vez, é compartilhado e utilizado para apoiar uma melhor tomada de decisão em toda a organização.

Big Data e mídias sociais estão entre os maiores interesses, uma vez que essas fontes podem disponibilizar informações valiosíssimas. Um estudo realizado por Dresner Advisory Services,  analisou 17 fornecedores de BI e de acordo com a análise, a indústria de BI colaborativo tem espaço para melhorar especialmente os recursos envolvendo mobilidade.

A pesquisa também descobriu que as empresas de médio porte estão se voltando para os recursos de colaboração para criar um ambiente de trabalho mais produtivo, que usa a inteligência coletiva dos trabalhadores para conectar vários insights de negócios.

Se quiser ver a matéria completa, confira-a no link ao lado: http://bit.ly/1okjye5

Fonte: CIO