Evento – Workshop sobre Big Data

O Observatório Nacional (ON/MCTI) sedia, nos dias 3 e 4 de junho no Rio de Janeiro, um workshop sobre big data. O Extremely Large Databases (XLDB) contará com a participação de representantes de instituições como Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), OI, Google, Yahoo, Huawei e SGI.

Estudo recém-divulgado pela consultoria IDC afirma que o universo digital dobra a cada dois anos. Assim, os 4,4 trilhões de gigabytes que existiam no planeta em 2013 passarão a 44 trilhões, em 2020. No que diz respeito ao mercado de big data, a ABI Research estima um salto de U$ 31 bilhões, no ano passado, para U$ 114 bilhões, em 2018. Isso inclui salários de profissionais especializados, compra de equipamentos e software, e contratação de serviços externos relacionados.

Mais informações sobre o evento: http://bit.ly/1trnppT

 

Como o Big Data contribui para a busca de novos profissionais

Para quem achava que o BIG DATA contribuía apenas para informações estratégicas de negócios, destaque perante a concorrência e de marketing, enganou-se. Agora o departamento de RH também pode beneficiar-se deste montante de informações para encontrar e buscar os profissionais adequados para as vagas abertas, antes mesmo de o profissional publicar seu currículo ou sondar uma nova colocação no mercado.

A Adaptworks – empresa brasileira, anuncia uma ferramenta de recrutamento de profissionais, o Compleo Talent, voltado à recomendação de candidatos da área de TI, para todos os portes de empresa. Diferentemente dos sistemas tradicionais de seleção, ele traz como novidade a busca de candidatos que não estão à procura de um novo emprego.

O serviço foi idealizado com base no modelo já aplicado com sucesso nos EUA – o Workforce Science, que utiliza a tecnologia de análise de grandes volumes de dados, conhecida como Big Data, para aprimorar os processos de recursos humanos e correlacionar dados de um candidato com base em diversas fontes – redes sociais, testes online, informações armazenadas na web ou no computador do trabalho, por exemplo, assim o RH pode identificar potenciais candidatos a determinados perfis de vagas. Os benefícios de contar com esta solução são inúmeros, entre eles uma redução no custo de recrutamento, uma vez que serão abordados os profissionais com o perfil adequado para a vaga em questão, além de uma diminuição do tempo médio em que uma oportunidade de trabalho permanece aberta.

Quem disse que outras áreas não podem ser beneficiadas? Agora é a hora de pensar fora da caixinha e identificar onde aplicar os benefícios adquiridos pelo Big Data.

Quer ler a matéria completa? Acesse o link ao lado: http://bit.ly/1qYw33i

Fonte: Convergência Digital

BI Colaborativo – Você sabe o que é?

Bi Colaborativo ou BI em nuvem. Este é o termo que está dando o que falar. Trata-se da união de organizações, de diversos setores e localizações geográficas, que fornecem e compartilham informações. O objetivo principal é ter esta troca de informações e obter feedbacks, além de compartilhar, com maior facilidade, novas ideias que apoiam estrategicamente a tomada de decisão.

Os segmentos de Tecnologia, Finanças e Saúde são os que dão maior importância ao BI colaborativo, com pessoas e as organizações trabalhando em conjunto para desenvolver um entendimento comum que, por sua vez, é compartilhado e utilizado para apoiar uma melhor tomada de decisão em toda a organização.

Big Data e mídias sociais estão entre os maiores interesses, uma vez que essas fontes podem disponibilizar informações valiosíssimas. Um estudo realizado por Dresner Advisory Services,  analisou 17 fornecedores de BI e de acordo com a análise, a indústria de BI colaborativo tem espaço para melhorar especialmente os recursos envolvendo mobilidade.

A pesquisa também descobriu que as empresas de médio porte estão se voltando para os recursos de colaboração para criar um ambiente de trabalho mais produtivo, que usa a inteligência coletiva dos trabalhadores para conectar vários insights de negócios.

Se quiser ver a matéria completa, confira-a no link ao lado: http://bit.ly/1okjye5

Fonte: CIO

Carreira em TI: Conheça 5 hábitos que podem ser prejudiciais

Ao longo do tempo, os profissionais que atuam com tecnologia da informação, passaram a adotar em seu dia a dia algumas regras e comportamentos que foram incorporadas nas áreas de TI (e muitas vezes não são encontrados em outras). Porém o que, muitas vezes, os profissionais não sabem, é que essas ações tratam-se de mitos que acabaram se transformando em senso comum. Conheça-os e evite que eles prejudiquem sua carreira:

1         – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso: Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.

2 – Escolher uma especialidade e ser muito bom nela: O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa. Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de treinamento ou projetos que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.

3 – Agarrar qualquer nova responsabilidade: A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento. É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.

4 – Obter o maior número possível de certificações. Quanto mais, melhor:
O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência. A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.

5 –  Medo de ser indiscreto: O profissional de TI padrão tem receio de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira.O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências. Além disso, as relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades.

Fonte: CIO.com.br