Big Data: como atuar com ética neste universo?

Diariamente, as empresas acumulam um grande volume de dados e informações. É importante perceber que com o aumento desses dados, aumentam-se também as responsabilidades, afinal tratam-se muitas vezes de informações com dados pessoais, hábitos de compras, entre outros, logo devem ser consideradas algumas questões éticas de como agir a partir do uso destas informações nas suas definições de ações estratégicas.

Todas as informações devem ser tratadas de forma ética e confidencial, onde a empresa tem que se prevenir para que tais dados não fujam da sede da companhia, afinal esses dados podem ser úteis também aos concorrentes, logo a atenção e cuidado devem ser redobrados. A equipe deve se transformar em curadores da confiança do cliente e proteger a sua privacidade.

Sendo assim, um código de ética ajudaria neste alinhamento de uso devido e/ou indevido dos dados. Michael Walker, sócio-gerente da Rosa Business Technologies, integradora de sistemas com base em Denver, elaborou um código de conduta para os profissionais de Big Data que cobre tudo, desde o papel dos cientistas de dados até suas responsabilidades diárias. No início de 2014, o Institute for Operations Research and the Management Sciences (INFORMS) elaborou um código de ética para estes mesmos profissionais. O que é importante ressaltar é que os códigos de éticas estão pautados em honestidade e transparência, visando proteger a empresa e o profissional de um possível problema com o consumidor/cliente que possa vir  afetar sua credibilidade.

Ou seja, mesmo em tempos evolução de Big Data, a ética ainda é um pilar a conduzir este processo analítico e deve ser seguida à risca, afinal as informações (bem ou mal) utilizadas impactam no comportamento de pessoas.

Fonte: terra.com

Big Data na Copa do Mundo

Não, você não leu errado! Em época de copa mundo, só se fala nisso e até o Big Data tem uma função bastante interessante, atuando diretamente no universo do futebol.

O blog Five Eight Thirty Sports divulgou uma ferramenta online e interativa que mostra as chances que cada seleção tem de conquistar a Copa do Mundo.

O sistema foi lançado no final de 2009 justamente com o objetivo de definir os favoritos na Copa de 2010, na África do Sul. Para isso, o SPI usou como base dados de resultados passados de cada equipe, rivalidades históricas, times em que estavam os jogadores,, os potenciais ofensivo e defensivo de cada lado, entre outras informações – e parece ter recebido melhorias para a competição deste ano.

O algoritmo leva em conta o fator “distância percorrida”, já que o fuso horário e o cansaço de uma viagem poderiam, em teoria, influenciar diretamente no desempenho da equipe, mas apenas na teoria.

A nova ferramenta baseada no SPI está disponível no blog do FEIS e prevê inicialmente quais seleções passarão da primeira fase. As porcentagens de vitória, empate ou derrota das seleções em cada uma das partidas são mostradas em  tabelas.

O resultado é relativamente óbvio – o Brasil é o favorito, com 45,2% de levar a taça –, mas a forma como ele foi obtido é bastante interessante: os cálculos foram feitos pelo algoritmo Soccer Power Index, desenvolvido por Nate Silver, editor-chefe da página, junto com a emissora ESPN.

Quem achou que o Big Data poderia ser usado apenas no universo dos negócios, enganou-se completamente. Em Copa do Mundo até ferramentas de análises estatísticas são utilizadas.

Fonte: InfoAbril

Blog Five Eight Thrty Sports: http://fivethirtyeight.com/interactives/world-cup/

 

Carreira: TI

Se você está pensando em aperfeiçoar a sua carreira ou até mesmo fazer um curso ou alguma graduação na área de TI, provavelmente deve ter se deparado com alguns questionamentos, entre eles, qual a diferença entre Tecnólogo e Bacharel em TI?

Pensando nisso, resolvemos desmistificar estão questão. Basicamente a diferença está na bagagem do curso e no tempo que profissional leva para se formar. O curso tecnológico foi criado com o intuito de possibilitar ao profissional uma rápida inserção no mercado de trabalho, sendo um curso de curta duração, enquanto o bacharel é focado em oferecer ao aluno um curso mais completo, abordando mais conteúdo e preparando mais o profissional. Ambos os cursos possibilitam fazer uma pós-graduação, desde que o curso seja reconhecido pelo MEC, Secretaria da Educação ou órgão responsável.

Confira o infográfico abaixo com informações completas sobre o assunto em questão.

Fonte: adamsilva.com.br

 

Cientista de Dados: Conheça as competências requisitadas no mercado de trabalho

Se você atua com grande volume de dados, pretende dar um UP na sua carreira e obter melhores colocações no mercado profissional, essas dicas foram desenvolvidas para você!

Atualmente, escuta-se falar, em quase todas as áreas das empresas o termo BIG DATA. Logo, as empresas e os executivos têm em suas mãos um grande desafio: encontrar profissionais especializados e cientistas de dados capazes de capturar, armazenar, gerenciar e analisar grandes volumes de dados  para usá-los de maneira estratégica e agregar ainda mais valor ao negócio.

O requisito básico de um cientista de dados é saber programação, ser capaz de criar modelos estatístico e ter o conhecimento e domínio apropriado de negócios. É imprescindível compreender as diferentes plataformas de Big Data e como elas funcionam.

Geralmente esses profissionais são formados em estatística, matemática ou ciências da computação. Porém um estatístico não necessariamente é um cientista de dados, afinal ele não manipula dados e sim os recebe, ou seja, não participa da etapa anterior.

O cientista de dados vai além, pois ele deve estar capacitado analiticamente para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base na tecnologia de Big Data. Precisa transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios Ou seja, é um profissional que precisa reunir habilidades analíticas e de negócios para apresentar (e sugerir) as melhores ações.

Obviamente o profissional deve ter o perfil analítico, ser observador e criativo, além de possuir uma excelente capacidade de manipulação de softwares e ferramentas de análise. Fazer cursos de capacitação, workshops, entender a lógica de programação e manipulação de dados é essencial para ter o conhecimento necessário, além de participar de fóruns e grupos de discussão para entender metodologias utilizadas por outros profissionais.

Se você quer ser um cientista de dados admirado pelo mercado de trabalho, invista em capacitação profissional. Sem dúvida, é o melhor caminho para adquirir conhecimentos técnicos, que alinhados com o perfil criativo do profissional, torna-se  uma fórmula excelente que fará de você um profissional único e admirado.

Fonte: computerworld