Como o Big Data pode influenciar na copa do mundo de 2014?

Foto: Holywood Reporter

A influência do Big Data está se estendendo também para o campo de futebol. A FIFA adotou, pela primeira vez em uma Copa do Mundo, uma tecnologia na linha do gol. A ideia é que essa nova tecnologia possa ajudar a determinar se a bola realmente passa pela linha do Gol e para essa análise, que conta com a computação do Big Data que são extraídos em tempo real.

Algumas empresas, como é o caso da Budweiser, também utilizam o Big Data para pesquisas, como é o caso da eleição do Troféu de “Man of Match”, popularmente conhecida como o Craque do jogo. Já a Goldman Sachs utiliza os dados para adotar uma abordagem mais ampla sobre os números da partida como: Posse de bola, desenvolvimento do jogador na partida, entre outros detalhes relacionados ao campo.

Assim concluímos que independentemente da forma de utilização, seja para gerenciar operações, promover pesquisas ou escolher o melhor em campo, o big data está definido para desempenhar um grande papel fundamental nesta Copa do Mundo, mesmo que você não possa vê-lo, com certeza usufruirá dos resultados que ele irá lhe proporcionar.

E mais uma vez prova que ele não precisa estar, necessariamente, dentro de corporações para que sua utilização seja efetiva.

Fonte: site torcedores.com

MBA Analytics em Big Data

A Fia (Fundação Instituto de Administração) abre matrículas para o MBA em Big Data com turmas que terão início em Setembro de 2014.

Este curso é um dos pioneiros no Brasil em tratar os conceitos de Big Data e a aplicação de técnicas e algoritmos a dados estruturados, semi-estruturados e não estruturados que podem ser obtidos internamente na empresa ou oriundos de bases externas da internet, como redes sociais e Google. Através de aulas teóricas, exercícios práticos e estudos de casos, as técnicas estatísticas de análises de dados para tomada de decisão são apresentadas no curso que tem mais de 600 horas distribuídas em 19 meses. Com aulas expositivas, resolução de exercícios práticos, estudos de casos, laboratórios e debate com especialistas em Big Data, o aluno terá contato com análise de dados e técnicas estatísticas de manipulação e extração de informação de grande base de dados.

O corpo docente é composto por professores altamente qualificados com experiência em estatística, computação, TI e especialistas em análise de Big Data.

As inscrições já estão abertas no site da FIA.

 

Início das Aulas: 01/09/2014

Dias e horários das aulas:
Segunda-Feira 19h00 às 23h00 Semanal
Sexta-Feira 19h00 às 23h00 Semanal

Carga horária: 600 Horas

Duração: 19 meses

A INFOMEV aprova e recomenda este curso!

Para maiores informações, basta acessar o link ao lado: http://bit.ly/1nIgu8D

 

 

Intuição x Dados: Qual fator predomina na tomada de decisão?

Em um esforço de entender melhor como decisões de negócios são tomadas, a empresa de análise preditiva Applied Predictive Technologies (APT) pediu à EIU que realizasse um estudo, intitulado “Decisive action: How businesses make decisions and how they could do it better” ( em português, “Ações Decisivas: Como as empresas tomam decisões e como elas poderiam melhorar isso”). O estudo descobriu que 59% dos executivos ouvidos se apoiam em dados para a tomada de decisão. Dos 41% restantes, 31% disseram que procuram tomar decisões em colaboração com outros profissionais sempre que possível e apenas 10% dos entrevistados disseram que se baseiam primariamente na intuição para tomar sua decisão.

O estudo ouviu 174 gestores sênior e executivos do mundo todo,  em fevereiro de 2014, 49% deles de organizações com receita anual superior a 500 milhões de dólares. Deles, 42% têm como prática coletar e analisar o máximo de dados possíveis antes de tomar uma decisão. Ao mesmo tempo, 17% preferem tomar decisões empiricamente, desenvolvendo hipóteses e realizando testes para provar o refutar uma teoria.

Mas e se os dados forem contrários à intuição? O estudo aponta que mais da metade dos entrevistados (57%)garante  que se enfrentasse essa situação checariam os dados

novamente, Outra parte grande deles (30%) sairia coletando mais dados e só 10% dos executivos obedeceriam os dados, mesmo se contrários à sua intuição.

O relatório aponta ainda que, 19% dos entrevistados disseram que os tomadores de decisão em suas companhias não são responsabilizados por elas no final. E 59% declararam que tomadores de decisão ruins ainda permanecem na organização.

O mais preocupante é a falta de transparência no processo decisório. Dois terços (64%) dos entrevistados disseram que a informação sobre quem tomou determinadas decisões, e por quais motivos, fica restrita a um grupo pequeno de funcionários.

Quando se consegue alinhar a intuição com os dados, a tomada de decisão torna-se mais fácil e mais assertiva.

Para ver o estudo completo (que está em inglês), clique no link ao lado: http://bit.ly/1szhxjt

Fonte: cio.com.br

Notícias sobre a área de Fraude

Você sabia?

– que a área de fraude foi a que teve maior crescimento  em 2013 no SAS Brasil, alcançando um patamar de 260% superior a 2012. Neste cenário, o país representou sozinho, 27% do share total da América Latina.

 

– Estudos estatísticos revelam que, no segmento de Fraudes em seguradoras no Brasil, cerca de 10% de todo o valor de sinistro pago pelas empresas a seus clientes embute algum tipo de fraude.

 

– O SAS oferece a seus clientes uma abordagem e um nível de cobertura baseados em modelos preditivos, regras de negócio, detecção de anomalias e rede de relacionamento. Com isso, a companhia consegue melhorar significativamente o nível de detecção de fraudes em empresas.

 

– As soluções do SAS para combater a fraudes empresariais e crimes financeiros são voltadas para bancos, seguradoras, órgãos governamentais, operadoras de saúde, empresas de logística, entre outros.

Fonte: Revista SASCOM