Tecnologia – Abertura de negócios para inovações

Nos próximos anos, as tecnologias tais como as vestíveis, a Internet das Coisas e as ferramentas analíticas de Big Data reinventarão processos de negócios através de diferentes setores da indústria, é o que afirma Dan Matthews, CTO da IFS, em matéria publicada na revista CIO.

As organizações precisam ficar de olho nos avanços tecnológicos, inclusive naqueles que parecem ser irrelevantes.Desenvolvimentos recentes mostraram que as soluções que, em princípio pareciam ser concebidas para consumidores, estão cada vez mais achando aplicações lucrativas dentro de negócios. Ao assumir uma abordagem inovadora na adoção de tecnologia, as empresas economizarão tempo e aumentarão a produtividade, resultados que serão refletidos no produto final das empresas que escolhem abraçar novas tecnologias.

Mas afinal, o que é internet das coisas?

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é um conceito que permite inserir em objetos, tais como carros e aparelhos eletrodomésticos, a capacidade de transferência de dados através de uma rede, sem a necessidade de interação humana.

No caso de ERP, já existem disponíveis dispositivos que podem ser anexados a ferramentas e até a veículos para alimentar dados em aplicativos hospedados na nuvem. Informações como localização, uso e desempenho podem facilmente ser acessadas, permitindo às organizações identificar problemas de localização precisa dos ativos inutilizados ou se algum tipo de manutenção é necessária.

E você, concorda?

Fonte: revista CIO

O Maravilhoso Mundo do BI

Por Alessandro Lemes da Silva

As empresas, seus processos e o mundo que conhecíamos há vinte anos não são mais os mesmos, isso todos sabem, inclusive que desde o cartão perfurado, fomos agraciados por diversas descobertas que revolucionaram a aplicação da tecnologia na condução e controle dos negócios.

As indústrias hoje podem usar a tecnologia para aperfeiçoar seus produtos físicos. Por exemplo, a indústria automobilística usando sensores para detectar pontos cegos ao motorista, produtos que auxiliem no trânsito, diagnósticos em tempo real e apoio em emergências.

A revolução digital também transformou a maneira como as empresas operam, com aplicativos móveis, redes sociais para contato mais próximos de seus clientes e com isso temos uma gama de oportunidades nunca vista para a promoção dos produtos e serviços. Isso tudo pode ser regido pelo chamado Business Intelligence ou simplesmente BI.

O que é BI então e qual seu objetivo?

BI é um processo composto por técnicas, tecnologias, softwares, métodos, informação,
métricas e pessoas. Seu objetivo único é encontrar causas ou explicações para eventos ou resultados. E estes resultados podem ser bons ou ruins, ou seja, o BI deve procurar causas dos problemas e as melhores práticas de sucesso. Não basta saber qual o problema mais comum, é necessário saber os motivos que causaram o problema e qual a possibilidade do problema ocorrer novamente.

Fazendo uso de sistema gerencias (BI reativo) ou ferramentas de mineração de dados (BI pró-ativo), o BI elimina o “achismo” ou “empirismo” viabilizando um mundo maravilhoso de possibilidades, oportunidades e padrões quebrando o paradigma existente até o século 19 onde o conhecimento era aplicado somente nas Ciências e não na indústria.

Agora podemos prever ou pré-dizer um evento com base no comportamento histórico do conjunto dos dados.

É aí que entra a estatística, nos permitindo separar repetições interessantes das que não são significativas e criando modelos matemáticos que reforçam os comportamentos e revelam oportunidades.

Temos hoje diversas fontes de dados, aleatórios ou estruturados, contendo até som e imagem que precisam ser analisados, classificado e enriquecidos para trazer valor e resultado direto ao negócio. E essa nova realidade nos trouxe o Big Data que amplia ainda mais a inteligência aplicada aos negócios.

Não se esqueça, não basta saber o que aconteceu, o importante é saber por que aconteceu e qual a probabilidade de ocorrer novamente.

Alessandro é formado em Administração de Empresas, Matemática e pós graduado em Gerenciamento de Projetos e tem atuado nos últimos 15 anos em diversas empresas de grande porte no Brasil e no exterior e em diferentes segmentos de negócio como varejo, financeiro e de telecomunicações. Atualmente atua na área de Business Intelligence do Banco Votorantim contribuindo com a disseminação da inteligência analítica e apoiando na promoção do uso da ferramenta SAS e agora irá apoiar e contribuir com o seu conhecimento através de artigos, notícias e discussões sobre o universo analítico.

Big Data – Quando o excesso de dados vira um problema

Uma pesquisa realizada pela KPMG Capital e que entrevistou  144 CFOs e CIOs de empresas multinacionais com receitas de US$ 1 bilhão ao ano ou mais.

O estudo constatou que 96% dos empresários reconhecem o valor do Big Data para suas companhias, mas que não conseguem implantar e gerenciar seus dados de forma eficaz.

O levantamento mostra ainda que 99% dos executivos consideram importante a análise de dados para os negócios, mas 75% desses empresários acham difícil tomar decisões relacionadas a esse assunto. Outros 85% têm dificuldades para analisar e interpretar com cuidado os dados existentes. Já para 54% deles a incapacidade de identificar quais dados devem ser coletados é a maior barreira para a implementação de uma estratégia de big data.

A pesquisa também revela que 79% dos executivos consideram análise de dados muito importante para seus planos de crescimento atuais e que 80% concordam que a velocidade é o principal benefício do uso do serviço. Além disso, 85% consideram um grande desafio a implementação da solução ideal para analisar e interpretar dados.

Já  42% dos executivos consideram como maior dilema a integração da tecnologia de dados aos sistemas existentes – embora 56% dos empresários tenham mudado suas estratégias de negócio para atender aos desafios ligados ao Big Data.

Fonte: site convergencia nacional

Big Data nas ações do Governo

Durante o IT Segurity, evento realizado pela Network Eventos, em Brasília, uma pergunta colocada pelo presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, em seu discurso sobre a adoção da análise de dados em órgãos governamentais.

Para Rodrigo, o governo atual tem a liberdade de fazer cruzamento de dados, porém, como refletir isso em algo favorável para o cidadão?

Confira o vídeo com trecho da palestra de Rodrigo Assumpção.

Fonte: convergência digital.