Ao focar apenas em números, empresas se esquecem das pessoas

O Business Intelligence (BI) ajuda as empresas a tomarem decisões, embasadas em dados e informações sobre o ambiente empresarial, pesquisas de marketing, industriais e de mercado e análises competitivas.Sendo assim, organizações que acumulam “inteligência” estão mais propensas a superar seus concorrentes. Porém estar com “os olhos” apenas voltados para os números podem apresentar riscos de esquecerem das pessoas.

“Geralmente, as áreas de BI estão mais voltadas a aspectos comerciais, como volume de vendas, faturamento, market share e regionalização. Entretanto, hoje em dia, conhecer os movimentos dos profissionais nos concorrentes pode até ser mais relevante para antecipar os passos da concorrência”, diz Marcelo Braga, especialista em RH em uma entrevista para o site Max Press.
Braga orienta sobre algumas questões que podem apoiar os empresários no momento de monitorar a concorrência, a exemplo de contratações. “Investigue se a empresa está procurando talentos e em que áreas. Isso lhe dará dicas sobre a estratégia futura da companhia, como lançamentos de produtos ou serviços, crescimento e reestruturações”, diz o consultor.
O mesmo vale para demissões. “Entender os motivos de demissões ou rescisões de posições importantes na concorrência dará sinais relevantes e pode abrir portas para identificar oportunidades de negócios.”

Conhecer a estrutura organizacional do concorrente é importante para fazer um benchmarking com sua própria estrutura, assim como o modelo de remuneração e a política de bônus. O próprio currículo dos principais líderes diz muito sobre as companhias. Conhecer o perfil dos gestores responsáveis no concorrente ajuda a entender a estratégia da empresa.

Fonte: Max Press

Gestor de dados será o próximo posto de trabalho em evidência

O cargo de “Data Scientist” (cientista de dados) deu o que falar em 2013 mas, tendo em conta que os volumes de dados continuarão a crescer no seio das empresas, a tendência é uma maior ênfase à gestão e supervisão da informação e não apenas à parte científica. Como consequência, emergirão novos postos de trabalho como o de “Data Steward” (gestor de dados) que, em última instância, não deixa de ser um profissional com perfil comercial que entenda os dados e saiba como qualificá-los no decurso de um projeto.

É o que afirma matéria publicada no site CIO. Para ler a matéria completa, clique no link: http://bit.ly/1oNXryx

Fonte:CIO

Colaboração gira em torno da informação?

Embora seja verdade que muitas vezes a dita colaboração gire em torno da informação, não devemos cometer o erro de acreditar que colaboração é simplesmente sobre o compartilhamento de informação. Ter melhor acesso a mais informações não melhora a produtividade, a menos que permita a realização de atividades que antes não eram possíveis (por exemplo, análise avançada de dados) ou acelere atividades existentes.

Isto é especialmente verdadeiro para a colaboração em escala empresarial. Você não pode simplesmente enviar um memorando explicando uma estrutura de informação nova para o compartilhamento de arquivos e esperar que milhares de pessoas comecem a adaptar seus processos para uso dessa nova estrutura. A combinação de hábitos arraigados e a curva de aprendizagem muitas vezes leva à inércia.

O gerenciamento de registros tem sido praticado por gerações, mas hoje, o número de atores envolvidos na tarefa e como ela precisa ser feita mudaram drasticamente. Não é mais suficiente apenas estabelecer um melhor acesso aos registros através de nova tecnologia. Precisamos entender as pessoas e os processos da equação. Que pessoas na organização têm a responsabilidade de gerenciar registros? Como essa responsabilidade é realizada e auditada? Como os seus processos são integrados com funções gerais de negócios que já estão em vigor (por exemplo, a criação de documentos e análise, com controle de versão e auditoria)?

Este é o tema da matéria publicada na página da CIO.

O artigo afirma que pode até ser muito bom que as empresas estejam entrando na onda de colaboração, no entanto, uma plataforma de colaboração só funciona se for usada corretamente. O que significa começar não com informação, mas com pessoas e processos.

Quer saber mais e ler a matéria completa? acesse o link ao lado: http://bit.ly/1utGVqT

Fonte: CIO

Tecnologia – Abertura de negócios para inovações

Nos próximos anos, as tecnologias tais como as vestíveis, a Internet das Coisas e as ferramentas analíticas de Big Data reinventarão processos de negócios através de diferentes setores da indústria, é o que afirma Dan Matthews, CTO da IFS, em matéria publicada na revista CIO.

As organizações precisam ficar de olho nos avanços tecnológicos, inclusive naqueles que parecem ser irrelevantes.Desenvolvimentos recentes mostraram que as soluções que, em princípio pareciam ser concebidas para consumidores, estão cada vez mais achando aplicações lucrativas dentro de negócios. Ao assumir uma abordagem inovadora na adoção de tecnologia, as empresas economizarão tempo e aumentarão a produtividade, resultados que serão refletidos no produto final das empresas que escolhem abraçar novas tecnologias.

Mas afinal, o que é internet das coisas?

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é um conceito que permite inserir em objetos, tais como carros e aparelhos eletrodomésticos, a capacidade de transferência de dados através de uma rede, sem a necessidade de interação humana.

No caso de ERP, já existem disponíveis dispositivos que podem ser anexados a ferramentas e até a veículos para alimentar dados em aplicativos hospedados na nuvem. Informações como localização, uso e desempenho podem facilmente ser acessadas, permitindo às organizações identificar problemas de localização precisa dos ativos inutilizados ou se algum tipo de manutenção é necessária.

E você, concorda?

Fonte: revista CIO