SAS – Walmart utiliza analytics para entender seus clientes

O grupo Walmart foi a empresa que mais investiu na área de TI no ano passado de acordo com estudo The Big Guns: IDC´s worldwide Top 10 IT Spenders, realizado pelo IDC.

De acordo com Daniel Thorpe, diretor sênior do departamento de Analytics para insights sobre clientes globais do Walmart, a empresa recebe cerca de 300 mil menções em redes sociais por semana. Thorpe lidera uma equipe de analistas responsáveis por usar esses dados para entender o comportamento dos clientes. O departamento utiliza como base dados autodeclarados e comportamentais, unido a fluxos de cliques em plataformas online e mídias sociais para extrair a maioria dos insights.

– Comportamentos ‘dentro da caixa’;

– Comportamentos ‘fora da caixa’:

– Comportamentos e atitudes declarados;

– Comportamento de compra entre canais;

Quer ler a matéria completa? acesse o site: http://www.sas.com/pt_br/insights/articles/analytics/four-ways-walmart-uses-analytics.html

 

Fidelização de clientes: a inteligência que está por trás

O que faz com que alguns programas de fidelização do varejo fracassem enquanto outros atingem um sucesso?

Essa foi a pergunta feita pela equipe da escola de negócios norte-americana Kellogg School of Management e que resolveu responder essa questão através de uma pesquisa realizada em campo com mais de 300 consumidores. A ideia era entender quais eram os aspectos que mais importam durante as compras.

Chegou-se então a conclusão de que existem 3 tipos de compradores:

  • Compradores por ‘necessidade’: o maior grupo (66%) se coloca nessa categoria. Para este grupo, comprar não é tão divertido, eles adiam o processo o quanto podem e querem terminar o mais rápido possível. Não é surpresa que, nesta categoria, haja mais homens do que mulheres. E, como compradores não tão frequentes, são menos propensos a se tornarem membros de um programa.
  • Compradores ‘práticos’: Este grupo abriga 19% dos que responderam à pesquisa. Eles gostam de comprar e acham a experiência muito satisfatória. Obter um bom negócio ou uma boa oferta é prioridade para os ‘práticos’. Estão no grupo mais propenso a pertencer a um programa de fidelidade e tendem a ser jovens e mulheres.
  • Compradores ‘por prazer’: Este grupo, de apenas 15%, é o menor. Para eles, comprar é como uma terapia e eles vão onde for preciso para encontrar o que querem. A maioria deles possui cartões de fidelidade de lojas que frequentam, mas seus padrões de compra nem sempre são baseados em hábitos.

Para as empresas, o estudo apontou algumas ideias que devem ser consideradas ao implantar ou aprimorar o programa de fidelidade e um bom software de inteligência analítica também pode ajudar na análise:

USAR OS DADOS: Dados de consumidores trazem informações muito preciosas, como por exemplo, padrões de compra, preferências por produtos e referências de preços, entre outros fatores. As mulheres pedem por mais benefícios e um relacionamento personalizado. Os homens, no entanto, se preocupam mais com velocidade e conveniência.

MONTE OS SEUS PROGRAMAS PARA ATENDER ÀS NECESSIDADES DOS COMPRADORES: Os programas de fidelização serão mais bem-sucedidos se focarem em necessidades específicas. Ao conhecer segmentos-chave de compradores e os benefícios que são mais importantes para cada um, é possível promover diferentes ofertas, de acordo com a segmentação.

ADOTE AS MÍDIAS SOCIAIS, MAS NÃO DESCARTE OS SEUS OUTROS CANAIS DE PROMOÇÃO: É importante estabelecer conexão com os consumidores usando os canais que eles preferem. O Facebook é a plataforma principal onde os clientes olham em busca de descontos e notícias.

Fonte: SAS.com

Quer ler a matéria completa? http://bit.ly/1F3Yoau

 

Investir em Big Data: é o que reconhece 65% das empresas

A pesquisa “Big & Fast Data”, realizada pelas empresas de consultoria Capgemini e EMC revela que as companhias estão preocupadas com o atraso na adoção de Big Data e 65% delas acreditam que a falta de investimento no recurso e a demora em incorporar novas soluções de análises de dados podem afetar a competitividade no mercado.

Para a realização da pesquisa, foram entrevistados mais de mil diretores e tomadores de decisão da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia-Pacífico para entender a a real necessidade e a capacidade de adoção do Big Data nas empresas.

De acordo com 63% das corporações entrevistadas, o Big Data está mudando os limites tradicionais de negócios e permitindo a migração de novos fornecedores dentro da indústria. Isso sugere que o domínio da gestão e análise de Big Data agora é fundamental não apenas para o sucesso, mas também para a sobrevivência do negócio.

A pesquisa identificou ainda que, enquanto algumas organizações o adotam para reduzir os custos e aumentar o desempenho, outras aproveitam para entrar em novos mercados, buscando rentabilidade.

Fonte: canaltech

Matéria completa: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/big-data/65-das-empresas-reconhecem-que-precisam-investir-mais-em-Big-Data/#ixzz3Wkl2RdVr
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