CARREIRA – Aprendendo Programação

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Se você possui o perfil de autodidata e gosta de aprender coisas novas, separamos 4 sites que disponibilizam cursos de programação online.

Confira!

Code Academy

Criado em 2011, o foco principal do serviço é ensinar a codificar de forma que isso transforme sua carreira. O site contabiliza diversas histórias de sucesso, convertendo pessoas que sabiam pouco ou quase nada sobre programação e alcançaram uma carreira frutífera em TI. Graças a isso, tornou-se bastante conhecido e respeitado. A ferramenta cobre um amplo espectro de linguagens em aulas interativas: Rails, Angularjs, Rails Auth, The Command Line, HTML & CSS, JavaScript, iQuery, PHP, Python e Ruby. Novos programas são adicionados constantemente, o que vale manter o Code Academy sempre no radar. Inicie criando uma conta gratuita e navegando pelos tutoriais, fóruns e sandboxes, onde é possível testar seus códigos.

TheCodePlayer

O site pode ser mais indicado para aqueles que têm pelo menos um conhecimento básico de codificação, mas oferece opções únicas para quem quer aprender HTML5, CSS3 e JavaScript. Você pode fazer login e ver pessoas desenvolvendo sistemas a partir do zero, e ver como eles funcionam através de processos próprios. O serviço oferece uma tática diferente em comparação com sites de mesmo propósito que oferecem cursos em moldes mais tradicionais com tutoriais, exercícios e vídeos.

Code School Website

A ferramenta quer ensinar programação na prática. Em outras palavras: os interessados colocarão a mão na massa para dominar a arte do desenvolvimento de software. O método é ótimo para quem gosta de aprender com erros e acertos ao invés de acessar uma bagagem conceitual antes de ir para a prática. Existem diferentes “caminhos” disponíveis e os interessados podem escolher o que segue por Ruby, JavaScript, HTML/CSS, iOS e Git. Há também um caminho “Electives”, que se concentra mais em estratégias de desenvolvimento.

Os cursos tem a intenção de serem divertidos e são projetados de maneira semelhante a um jogo – com um enredo – para ajudar a mantê-lo interessado no curso. Os módulos introdutórios são tipicamente livre, mas quem quiser se aprofundar, precisará assinar o serviço.

Code Avengers

Caso queria construir páginas da web, aplicativos ou jogos, o Code Avengers é uma ótima ferramenta para desenvolver suas habilidades. Projetado para iniciantes, cada curso leva apenas 12 horas para ser concluído. A medida que aprende, pode criar app, games e até sites, avançando para além de simples leituras e testando seus conhecimentos na prática. Os cursos de introdução são todos gratuitos, mas obter certo aprofundamento, será preciso pagar uma taxa.

Fonte: Computerworld

 

O BI como ato de criação

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Por Alessandro Lemes da Silva

O que BI tem a ver com criatividade ?

Estou aqui considerando que BI é um processo que procura por causas (de problemas ou boas práticas). Por exemplo, não basta saber qual o produto mais vendido, queremos saber por que ele é o mais vendido, para replicar as boas práticas para outros produtos. Não basta saber que uma loja não vende tão bem quantas as outras, queremos saber por que para eliminar ou minimizar as causas do fracasso.

Hoje em dia, BI é muito confundido com apresentar informações em dashboards. Mas para que as decisões sejam apoiadas adequadamente, precisamos saber que informações devem ser apresentadas nos dashboards. E muitas vezes este é um processo feito em parceria entre o Analista de BI e o usuário/cliente (aquele que toma a decisão e precisa de informações).

O processo de BI é, de certa forma, semelhante a um músico procurando uma nota que faça a conexão entre 2 partes de uma música, um investigador policial procurando o autor de um crime, um mecânico investigando a causa de um defeito em uma máquina, um pintor procurando um meio de expressar suas ideias mentais e surpreender aqueles que olham sua obra.

Mas para que o momento Eureka ocorra, algumas coisas devem acontecer antes. O insight da solução não vem por acaso, como Koestler e Johnson descrevem em tantos exemplos nos seus livros. (Koestler: “a sorte favorece a mente preparada”; Johnson: “a sorte favorece a mente conectada”).

Arquimedes só viu a solução porque tinha estudado ardentemente o problema que lhe havia sido imposto, porque estava estudando outros temas e conseguiu conectá-los.

Segundo Koestler e Johnson, 2 elementos principais são necessários (entre outros):

a) Maturação de ideias

Koestler fala em ripeness. Steven Johnson fala em palpite lento (slow hunch).

Isto significa muito estudo. Coletar muitas informações, propor teorias (hipóteses), testar a teoria com exemplos reais e refazer o processo muitas vezes. Tim Berners-Lee maturou a ideia da WWW por mais de 10 anos. E perseverou. Christianson (2012) inclusive apresenta uma cópia do manuscrito original, onde o orientador de Tim escreve a mão: “vago mas excitante …”.

b) Junção de contextos diferentes

Koestler fala em bissociação de matrizes (bisociation of matrices); Johnson, em colisão de ideias (collision of hunches).

Koestler descreve como passar repentinamente de um plano (assunto) para outro (como Arquimedes), conectando as partes e gerando uma solução nova. Johnson diz que é preciso completar nossas teorias com as ideias de outros.

É preciso também ter conhecimentos generalizados, além dos especializados. Darwin foi influenciado pelo trabalho do economista Thomas Malthus sobre o crescimento da população, a falta de alimento e a possível morte de pessoas por causa desta disparidade. E Darwin iniciou sua jornada de estudos investigando pedras (na área de

geologia). Steve Jobs revolucionou as interfaces homem-computador, criando telas encantadoras. Boa parte deste sucesso se deve a seus estudos de caligrafia, que o ajudaram a criar as fontes de textos.

E-book – Gerenciamento de Dados

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Gerenciar informação significa suportar melhores decisões de negócio, apoiar os processos e novas oportunidades de análises nas empresas. Confira este e-book, produzido pelo SAS em parceria com a Information Management. Ele explora os processos essenciais do gerenciamento de dados, incluindo a gestão de dados mestre (MDM ou Master Data Management), governança de dados, qualidade de dados, integração de dados e federação de dados (data governance, data quality, data integration e data federation).

Confira: http://www.sas.com/pt_br/whitepapers/data-management-what-you-need-to-know-107331.html

Fonte: SAS

Machine Learning: O que é?

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Uma área da Ciência da Computação, criada a partir de pesquisas relacionadas à Inteligência Artificial, a Machine Learning torna-se cada vez mais essencial para os negócios. O uso crescente de seus métodos está totalmente relacionado ao forte crescimento computacional. Se no passado as pessoas tentavam resolver fórmulas complexas quase que manualmente, hoje emprega-se a tecnologia para automatizar a construção de modelos analíticos que usam algoritmos para aprender a partir de dados de forma interativa. Ou seja, a ideia é que estes algoritmos sejam quase que autossuficientes com a menor intervenção humana possível.

Significa que, com os dados corretos, as tecnologias certas, e as análises adequadas, é possível produzir de forma rápida modelos que podem analisar uma grande quantidade de dados, independentemente de sua complexidade e entregar resultados em menos tempo, mais precisos e com a mínima intervenção humana. O resultado? Previsões de alto valor que podem orientar as melhores decisões.

As aplicações para Machine Learning são inúmeras, como: detecção de fraude; recomendações online de ofertas; anúncios publicitários em tempo real na web e em mobile; análise de sentimentos baseada em fontes textuais de redes sociais; credit scoring; previsão de falhas em equipamentos; novos modelos de precificação; detecção de invasão em redes; análise de padrões de escrita; entre outras.

Fonte: SAS.com