julho 13 2018 0comment

Curso CRM da Infomev: Capacitação para analistas de negócios

Relacionamento. Essa é a palavra-chave que se tornou um divisor de águas para as empresas em um cenário tão competitivo. Independentemente do segmento, é fundamental ter uma estratégia precisa para se destacar e alcançar resultados.

É por isso que uma das estratégias que mais vem sendo usada por gestores e equipes de vendas é a de CRM. Customer Relationship Management (Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente, em português) é a estratégia que coloca o cliente como principal componente da venda.

Mas como exatamente o CRM pode ajudar o seu negócio? Não basta apenas contar com um sistema em sua empresa, é preciso adotar a estratégia e entender sua importância para seus resultados, e mais do que isso, ter profissionais capacitados para lidar com esta poderosa ferramenta.

Por este motivo, a Infomev desenvolveu um treinamento de CRM que possui 24 horas de duração.

O curso, que é voltado para analistas de negócios, capacita o usuário a construir um conceito de gestão do cliente, a introduzir conceitos estatísticos, planejar e implantar técnicas de amostragem e tipos de testes a serem utilizados e a calcular indicadores e impactos financeiros.

 

Para fazer o curso, não é obrigatório possuir experiência em algum software estatísticos.

Entre os conteúdos abordados, estão : Conceitos de CRM, Entendimento dos Cases, Conceitos estatísticos, Amostragem, planejamento, mensuração de resultados estatísticos, mensuração de resultados financeiros, apresentação de resultados, desenvolvimento dos cases,

No final do treinamento, o aluno deverá entender os conceitos da gestão do cliente e de CRM, diferenciar marketing transacional e marketing de relacionamento e identificar objetivos e problemas comuns em CRM. Vai estar apto a interpretar os tipos de dados existentes na empresa e qual melhor forma de utilização e diferenciar os tipos de amostragem e quais os melhores a serem aplicados bem como calcular as estatísticas dos resultados obtidos e avaliar financeiramente cada campanha efetuada.

 

Para quem quiser saber mais, vale a pena entrar em contato com a Infomev: contato@infomev.com.br

dezembro 20 2017 0comment

Feliz Ano Novo!

2017 está quase no fim e, com ele, renasce a esperança e motivação para tirar os projetos do papel e transformá-los em realidade.

Desejamos a todos um 2018 repleto de sucesso!!!

 

dezembro 13 2017 0comment

CARREIRA: Profissões de tecnologia que serão essenciais

Ao longo dos anos, novas profissões aparecem enquanto outras passam a declinar gradativamente. Isto acontece por diversos motivos: evolução da tecnologia, mudança de comportamento da sociedade, crises econômicas, entre outros. Alguns estudos apontam que, até 2025, um em cada três postos de trabalho será substituído por tecnologia inteligente.

Para ajudar nesta reflexão, listamos algumas profissões que estão surgindo em função de evoluções tecnológicas e que tem um grande potencial para o futuro:

 Analistas de machine learning:  Analistas de machine learning precisam ter experiência com desenvolvimento, banco de dados e capacidade de encontrar padrões em grandes massas de dados.

. Especialista em automação residencial: Se, no passado, a automação dos processos era algo exclusivo de empresas, o futuro promete as mesmas necessidades nas casas. Muitas pessoas, embora usem computadores e internet diariamente, não são digitalmente “capacitadas”, precisando do auxílio de profissionais específicos para este fim.

. Especialista em clouding: Embora muito discutido, o clouding ainda é algo inovador no mercado de TI e, por isso, carece de profissionais especializados na solução e que possam orientar as empresas de forma adequada sobre as vantagens, desvantagens e requisitos para sua implantação.

. Desenvolvedores full-stack: Antigamente, os desenvolvedores eram categorizados em back-end e front-end, ou seja: o desenvolvedor back-end trabalha na parte “interna” dos sistemas, programando os códigos-fonte e precisa ter conhecimentos de novas ferramentas de desenvolvimento e principalmente banco de dados. O futuro promete valorizar profissionais que trabalhem nas duas frentes, chamados de full-stack, numa atuação mais generalista e menos especialista.

Cientista de dados:A internet trouxe a era dos dados e as empresas e governos precisam lidar com o processamento de um volume gigantesco de informações. Neste novo contexto, surgiu a figura do Cientista de Dados, que tem o objetivo de permitir que todo este processo aconteça.  Provavelmente, estes profissionais deverão ser bem remunerados, pois, muitas vezes, estarão lidando com dados sigilosos de clientes e empresas.

 

Fonte: Canaltech

setembro 27 2017 0comment

Vamos falar sobre a vergonha?

Por Dulcineia Alcock

Pense numa situação em que você tenha sentido vergonha, uma situação atual ou da sua infância, não importa. Você ainda fica corado? O que acontece no seu corpo? Como você se sentiu? inadequado? deslocado? Como isto ainda afeta a sua performance, a sua criatividade? Prefere não falar sobre o assunto?

A escritora Brené Brown, que fez uma pesquisa intensiva sobre vulnerabilidade, descreve a vergonha como sendo o medo de romper um vínculo.

Eu ainda consigo me lembrar de uma negociação com um novo cliente, que vinha me tratando muito bem, até o momento em que ele perguntou: “você fala inglês, certo?” e eu disse que não. Eu podia ver a decepção nos olhos dele, e ele repetiu a pergunta mais uma vez: “você não fala inglês?!”, na frente do meu chefe. Mesmo hoje, falando inglês fluentemente, posso me lembrar do que senti aquele dia – meu rosto queimava. Havíamos nos desconectado e eu não merecia mais a sua admiração.

Nós agimos com o objetivo de suprir nossas necessidades de amor e aceitação, mesmo que não nos demos conta disto num nível consciente. Quando sentimos vergonha, o que está por trás é que acreditamos que não somos mais merecedores de amor e aceitação. Passamos a acreditar que não somos suficientes – bons o suficiente, magros o suficiente, competentes o suficiente.

A vergonha acontece no cérebro límbico, responsável pelas nossas emoções. Para você ter uma ideia da importância de falarmos sobre ela, estudos mostram que a rejeição social estimula as mesmas áreas do cérebro que são ativadas quando sentimos a dor física – ser rejeitado, dói. Sentir vergonha, dói.

Brown faz um paralelo entre a vergonha e a culpa: na culpa, achamos que fizemos algo errado. Na vergonha, achamos que somos errados.

Quais seriam, então, algumas maneiras de lidar com a vergonha e atenuar os seus efeitos?

Bom, o primeiro passo é exatamente o que estamos fazendo aqui – falar sobre ela e entender seus mecanismos. A cada vez que tentamos suprimir um sentimento, o fortalecemos. O que é suprimido fica inconsciente, cresce e é muito mais difícil lidar.

A escritora Julia Cameron, autora do livro “O Caminho do Artista” expressa a importância de compartilhar o que acontece com as pessoas certas – pessoas que oferecerão suporte e empatia.

Um outro passo é mapear a vergonha para reconhecê-la, usando as perguntas feitas no primeiro parágrafo deste texto.

No momento exato em que você sente vergonha, poderá usar um exercício de Neurociência que o ajudará a sair do cérebro límbico e voltar para o neocortex: pense em algo prático: números, planilhas, conte os dias da semana. Encontre uma palavra que poderá dizer a si mesmo quando sentir que entrou neste estado, e use-a como uma espécie de amuleto.

De novo: não suprima o sentimento – simplesmente entre em um estado em que você será capaz de investigar o assunto com certa distância, entendendo o que realmente desencadeou aquela reação. Quando agimos sob a influência do cérebro límbico, entramos em estado de alerta (lutar, fugir, congelar), e a vergonha poderá desencadear outras reações indesejadas, como a agressividade, por exemplo, daí a importância de saímos do estado emocional.

Cameron diz que os antídotos para a vergonha são o amor próprio e o autoacolhimento. Trate a si mesmo como trataria um amigo na mesma situação: com compaixão e entendimento.  Diga a si mesmo que vai ficar tudo bem, e lembre-se de tantas outras vezes em que você foi bem sucedido naquela ou em outra situação.

Lembre-se: mostrar-se vulnerável, ao invés de enfraquecê-lo o fará forte e estabelecerá conexões com as outras pessoas. A vergonha é uma emoção inerente a todos nós, você não está sozinho. Ao contrário, você poderá ajudar outras pessoas ao compartilhar as suas histórias.

Como disse Brown, “nós não somos perfeitos, mas somos suficientes”.

 


Dulcineia Alcock é Life Coach, certificada pelo NeuroLeadership Group em Londres.

info@highpeakcoaching.com