julho 30 2019 0comment

Analytics: Características que devem ser analisadas em um líder para os projetos

Aparentemente, uma solução simples seria apenas a contratação de um profissional altamente qualificado ou um influenciador que disseminasse o potencial do Big Data. Mas nem sempre é só isso. A questão envolve algo maior do que a tecnologia. Enquanto as habilidades técnicas são um ponto de início, o CEO deve escolher um líder de analytics com três qualidades específicas:

  1. Capacidade para colaborar, tendo suas ideias moldadas pelos outros e que defenda as ideias dos outros.
    2. Entendimento de como funciona a operação da empresa atualmente e uma visão de como um analytics pode conduzir a companhia para um futuro melhor, talvez totalmente diferente.
    3. Desejo de criar um ambiente de descobertas, em que se permite usar os dados para delinear o futuro da empresa.

A alta taxa de rotatividade dos CAOs,é um claro sinal de que encontrar o líder de analytics certo é uma tarefa difícil. Executivos de alta performance são moldados pelas experiências decisivas de suas carreiras, ainda que o analytics exija deles um entendimento das coisas muito além de seus modelos mentais. O CEO deve identificar, entre os líderes, as tomadas de decisão que ainda estão muito rígidas; deixar claro a todos que a era do analytics demanda um novo modo de pensar, tanto individual como coletivamente; e enfim, conduzi-los para isso.
Executivos que ainda defendem o status quo e temem a mudança vão ser bem sucedidos de uma única forma: conduzindo mal as iniciativas de analytics e talvez acabando com elas completamente. Ironicamente, isso até permite que eles sejam reconhecidos como “inovadores” num primeiro momento, mas logo caem em descrédito e o poder do C-level volta ao que era antes.

Muitos CEOs subestimam o impacto dos modelos mentais no processo de inovação, geralmente assumindo que os exercícios de “pensar fora da caixa” já resolvem a questão.

A acelerada geração de Big Data nas últimas décadas originou capacidades impressionantes. Mas para que as empresas possam explorá-las por completo, os CEOs devem intensificar seus esforços; eles não podem abdicar de sua liderança ou delegar a responsabilidade para outros executivos. A boa notícia para muitas empresas que lutam para otimizar seus investimentos de Big Data/analytics é que elas não estão sozinhas. A corrida pela vantagem competitiva ainda pode ser vencida.

julho 16 2019 0comment

Big Data no cinema: filmes que falam sobre inteligência artificial

A tecnologia, antes mesmo de fazer parte do nosso cotidiano, já era abordada no cinema. A presença constante da inteligência artificial e do Big Data em filmes nos fascina ao apresentar algumas possibilidades — magníficas ou sombrias — sobre o desenvolvimento cada vez mais intenso dessas inovações.

Por meio dessas obras, refletimos sobre o papel da tecnologia em nossas vidas e nas formas como ela muda à maneira que nos relacionamos conosco e uns com os outros. Veja a lista de filmes que selecionamos e que abordam essa temática. Prepare a pipoca e aproveite para aprofundar seus conhecimentos enquanto se diverte.

  1. 2001: Uma Odisseia no Espaço

“2001: Uma Odisseia no Espaço” é considerado por muitos um dos maiores filmes de todos os tempos. A obra levanta inúmeras discussões filosóficas, que vão desde a consciência humana e nossa evolução até a conexão entre passado e presente.

O computador HAL 9000 controla quase todas as operações da nave norte-americana Discovery One. Quando todos os demais tripulantes morrem misteriosamente, o Dr. David Bowman se vê sozinho com a máquina e descobre toda a extensão de sua consciência.

Lançado em 1968, o filme discorre sobre nossa relação com a tecnologia e sobre os perigos que máquinas inteligentes podem representar para a humanidade.

 

2. O Homem que Mudou o Jogo

Um dos títulos mais interessantes sobre a temática é “O Homem que Mudou o Jogo”, longa de Bennett Miller estrelado por Brad Pitt.

Lançado em 2011, o filme conta a história real de Billy Beane, gerente de um time de baseball. Na década de 80, ele e o economista Peter Brand utilizaram um software baseado no Big Data Analytics para decidir quais jogadores escalar para seu time.

Com essa análise de dados e o intuito de aumentar o desempenho dos jogadores na temporada, eles criaram possibilidades cujos resultados, apesar de positivos, foram questionados devido à capacidade real do time.

Assim, puderam mostrar que às vezes é preciso bem mais que treino, mas também boas estratégias e um pouco de estatística para ser bem-sucedido!

3. Matrix

A obra é a primeira de uma trilogia escrita pelas irmãs Lilly e Lana Wachoswki e lançado em 1999. Conta a história de Neo, um hacker que descobre que seu mundo é uma mera simulação de computador guiada por máquinas de Inteligência Artificial.

O filme mistura artes marciais numa guerra entre humanos e máquinas, mas também aborda uma discussão sobre questões religiosas e filosóficas, com referências de obras famosas, como a Alegoria da Caverna de Platão, Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll e Simulacros e Simulação, de Jean Baudrillard.

Após sua derrota, a humanidade é domesticada em cápsulas para produzir bioeletricidade que alimentam as máquinas. Para manter essa realidade, os robôs controlam a consciência dos humanos com esse mundo paralelo, similar à realidade virtual.

Apesar do contexto quase sem esperança para nossa raça, alguns humanos conseguem criar uma resistência e se multiplicar, se concentrando numa cidade subterrânea chamada Zion.

4. Ex Machina

A obra lançada em 2015 também levanta algumas questões éticas sobre a moralidade do uso de tecnologia e de dados pessoais de terceiros. A trama acontece entre Caleb e Nathan, um programador e o CEO da Bluebook, empresa cujo maior produto é um motor de busca na web.

Eles trabalham e realizam o teste de Turing em um avançado projeto de humanóide que tem suas expressões, linguagem corporal, preferências pessoais e comportamento baseados em usuários da ferramenta da empresa.

5. Her

Esse filme de Spike Jonze, lançado em 2013, aborda uma questão pouco discutida sobre a relação entre seres humanos e robôs de Inteligência Artificial: o amor que poderia surgir e a capacidade de lidarmos com essa nova realidade.

A obra conta a história de Theodore, um escritor solitário que se apaixona pela sua assistente pessoal, justamente por ela conhecer todos os seus costumes, preferências e defeitos e não criar nenhuma tensão na convivência a dois.

Mesmo que muitos desses filmes sobre inteligência artificial pareçam abordar fatos distantes de nossa realidade, a grande maioria terá histórias concretizadas num futuro muito próximo. Por isso, é importante se preparar para o que está por vir e assumir uma posição de liderança nesse novo contexto de transformação digital.

Agora que você conhece alguns filmes de Inteligência Artificial e Big Data que podem te ajudar a vislumbrar essa nova realidade, assine nossa newsletter e saiba como se adaptar!

junho 28 2019 0comment

Cursos Hadoop

Hadoop é um projeto de software livre com licenciamento da Apache Software Foundation. Esta ferramenta possui grande utilidade para exploração de Big Data, pois viabiliza o processamento distribuído de grandes volumes de dados utilizando diversos computadores interligados em clusters. Estes clusters podem conter até milhares de máquinas, cada uma delas disponibilizando capacidade de processamento e armazenamento locais. Dessa forma, em vez de depender de um único hardware, a biblioteca fornece serviços de alta disponibilidade baseados em grids de computadores.

Para os profissionais que desejam se aprofundar no uso desta ferramenta, a Infomev  está criando uma série de cursos, que em breve disponibilizaremos por aqui.

E para as empresas que possuem demandas específicas, a Infomev disponibiliza uma área que desenvolve projetos sob medida.

Para saber mais, entre em contato com a gente!

junho 18 2019 0comment

Como uma cultura baseada em dados transforma negócios?

Você deve estar se perguntando se o Big Data Analytics deve ou não ser adotado pela sua empresa.

Com toda a experiência adquirida ao longo dos anos, dizemos com todas as palavras que o BIG DATA é  interessante para todo tipo de negócios, pois ele é capaz de exercer impacto tanto dentro quanto fora da sua empresa. O uso de dados (novamente, externos ou internos) leva a movimentos de negócios mais inteligentes, operações mais eficientes, maiores lucros e clientes mais felizes.

Alguns dos pontos que mais causam impacto e geram valor em organizações que se guiam por dados são:

Redução de custos

Tecnologias de Big Data, como Hadoop e as análises baseadas em nuvem, trazem vantagens de custo significativas quando se trata de armazenar grandes quantidades de dados – além de serem capazes de identificar formas mais eficientes de fazer negócios.

Tomada de decisão mais rápida e eficiente

Com a velocidade dessas tecnologias para processar e analisar diferentes fontes de dadas e memorizar os melhores caminhos com inteligência artificial, as empresas são capazes de compreender e se debruçar analiticamente sobre informações de maneira imediata, tomando decisões melhores e mais assertivas em um tempo cada vez menor.

Novos produtos e serviços

Com a capacidade de avaliar as necessidades dos clientes e satisfação por meio da análise, vem o poder de dar aos clientes o que eles querem. Diversos especialistas apontam que, com Big Data Analytics, mais empresas estão criando novos produtos para atender às necessidades dos clientes.

A importância de Big Data não gira em torno da quantidade de dados que você tem, mas do que você faz com eles. Você pode tomar dados de qualquer fonte e analisá-los para encontrar respostas que permitam:

  • Determinar causas raiz de falhas, problemas e defeitos quase em tempo real;
  • Gerar cupons no ponto de venda com base nos hábitos de compra do cliente;
  • Recalcular portfólios de risco inteiros em minutos;
  • Identificar comportamentos fraudulentos antes que sua organização seja afetada.

Ou seja, os benefícios são gigantescos (e cada vez mais, aparecem novos). Por isso, pense na seguinte pergunta: “O que sua empresa está perdendo ao não adotar o uso de Big Data?”.

Ainda dá tempo de deixar a sua companhia ou área ainda mais competitiva.