agosto 15 2017 0comment

Big Data no dia a dia

Recentemente, passeando pela internet, encontramos um canal no youtube que traz vários vídeos sobre aplicações de conceitos profissionais no dia a dia, desmistificando todo o tabu que são gerados por traz de diversos temas, como é o caso do BIG DATA.

Confira o vídeo onde eles falam da aplicação do BIG DATA no dia a dia e como ele pode prever o futuro.

Para quem quiser conhecer o canal, clique aqui!

 

canal: Nerdologia

agosto 08 2017 0comment

O que compõe o perfil de um ótimo administrador SAS

Por Alessandro Lemes

Em mais de 15 anos de experiência e já com 10 em administração SAS, eu afirmaria que o melhor administrador SAS seria um indivíduo com uma compreensão profundamente experiente da administração de servidor e/ou desktop, bem como o uso dos softwares SAS, que compõem as suites de solução e que pertence ao mundo exclusivo dos utilizadores de TI e de negócios.

Para que as soluções SAS sejam implementadas e funcionem de forma otimizada, três componentes principais precisam ser configurados e gerenciados efetivamente:

  1. Software para instalação de hardware.
  2. Gerenciamento de metadados.
  3. Configuração e acesso do usuário.

A administração de todos os três componentes geralmente requer habilidades e treinamento com administração de servidor e desktop, além da configuração do software SAS, incluindo Metadados. O arranjo e a administração da infra-estrutura de TI da organização terão um impacto direto nos recursos humanos que são usados para lidar com cada um dos componentes.

Esta pessoa deve entender das interações de hardware e software para otimizar as configurações do sistema que irão tirar o melhor desempenho da solução e assegurar a integração adequada das ferramentas SAS Enterprise Business Intelligence.

Eu recomendaria que a função de administrador do SAS fosse ocupada por um veterano experiente com pelo menos 10 anos de experiência em programação SAS, juntamente com habilidades comprovadas em configuração de hardware para servidor e PC. Organizacionalmente, eu recomendaria que a função de administrador do SAS se reportasse para uma área operacional de negócios – servindo como uma ligação (pessoa do ponto) entre o grupo de suporte de TI e o setor empresarial.

É comum termos os administradores SAS lotados nas áreas de infraestrutura, não é o fim do mundo, mas esse administrador deve ter em mente que o seu cliente é negócios e o alinhamento de suas metas enquanto provedor de serviço deve passar por essas áreas.

Recomendo leitura detalhada do material contido na página do suporte SAS para você que é ou deseja ser um administrador.

 


Alessandro Lemes da Silva é colunista do Blog da Infomev e discute sobre o universo do Business Intelligence (BI).

agosto 01 2017 0comment

CRÔNICA – Só assuma novas responsabilidades se estiver preparado

Estamos iniciando mais um mês, então que tal tirar um tempinho para refletir sobre o seu desempenho profissional?

Suas metas estão saindo do papel?

Separamos uma crônica que, certamente, vai te ajudar a refletir.

“Conta uma antiga fábula que um camundongo viva angustiado com medo do gato. Então um mágico teve pena dele e o transformou em um gato. Mas como ele ficou com medo do cão, o mágico o transformou em uma pantera. Então ele começou a temer os caçadores.

A essa altura, o mágico desistiu. Voltou a transformá-lo em um camundongo e disse:

– Nada que eu faça vai ajuda-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.

Há pessoas assim como o rato medroso. Apesar de crescerem na empresa, assumindo cargos mais importantes, continuam medrosas, sentem-se inseguras e estão sempre postergando decisões importantes por medo de errar.

Antes de assumir cargos de maior responsabilidade, o qual exige agilidade e segurança de ações, analise bem a sua capacidade e autoconfiança.

Será que você está preparado para sair da fantasia de camundongo?”

 


Crônica retirada do livro “O que podemos aprender com os gansos – Ed Original”

 

julho 27 2017 0comment

Onde você tem encontrado o seu MOTIVO para AÇÃO?

Por Dulcineia Alcock

Este final de semana tive uma conversa interessante com o meu marido sobre a palavra “motivação“. Ele está lendo um livro que defende que o que frustra as pessoas em seus trabalhos é a ausência de um “porquê“. A maioria das pessoas trabalha apenas em função do “o que” e do “como“.

Mencionei a origem da palavra motivação: motivo para ação. A própria palavra “motivo” já tem inserida a coisa do movimento, do motor. O que move alguém a agir, a fazer o que faz?

Ele me lembrou que a motivação não é necessariamente uma palavra positiva: você pode ser movido pela ameaça de um desemprego, pela pura necessidade  de pagar as contas, pelo medo. Num sentido positivo, você pode ser movido pela possibilidade de uma promoção, gostar do trabalho, por comprometimento.

Eu o lembrei que a motivação pode ser externa – quando um fator “fora” de você o estimula a ação: a pressão do chefe, a escola das crianças. Ou pode ser interna: atingir a excelência, amor por uma atividade, superação. E aí ele resolveu chamar a motivação interna de inspiração.

Com essa diferenciação em mente, eu te pergunto: o que te inspira?

Se você  refletir e descobrir que se levanta todas as manhãs unicamente por causa de uma motivação externa, ótimo, já é um começo. Mas é provável que você não se sinta completamente pleno.

Não que alcançar objetivos movidos externamente não traga uma certa realização: um pai que lê este artigo pode argumentar que se sente realizado por ter possibilitado uma faculdade aos seus filhos, por exemplo. Mas eu falo de uma plenitude interna e pessoal.

Há pessoas que conseguem trazer isto para o seu trabalho: trabalham com o que as inspira. Há aqueles que conseguem imprimir um significado para o trabalho que realizam, de forma que encontrem inspiração nele. Mas você pode também encontrar inspiração em outras coisas paralelas ao seu trabalho, e que vão aumentar essa sensação de plenitude – muitas pessoas encontram isso no trabalho voluntário, por exemplo.

Alguns inspiram-se ao inspirar outras pessoas: ser mentor de um colega com menos experiência,  ou “adotar” um jovem criado pela mãe, sendo uma figura paterna com quem ele pode contar.

Você pode ser inspirado por um valor, por exemplo: no meu caso, a liberdade. Ela serve de critério para as minhas escolhas.

Se você não sabe nem por onde começar, a escritora Brené Brown sugere um exercício: faça uma lista das coisas que são importantes pra você. Ela fez isto com a sua família e descobriu que nada que ela poderia adquirir, comprar, estava na lista.

Você vai descobrir que sua inspiração provavelmente não venha de coisas que estão sempre lá na frente – “quando eu emagrecer, quando eu me formar, quando eu pagar a casa”, e que quando chegam, trazem uma alegria momentânea porque daí você precisa “tonificar, fazer o mestrado, comprar uma casa maior”.  Você já tem tudo o que precisa para agir, e pode encontrar inspiração no que você já faz – só precisa se dar conta disto.


Dulcineia Alcock é Life Coach, certificada pelo NeuroLeadership Group em Londres.

info@highpeakcoaching.com