Como um Data Warehouse é construído

Você certamente já deve ter ouvido falar a respeito do Data Warehouse (DW) ou Armazém de Dados (como é conhecido  em português). Trata-se de um repositório de dados centralizado, de grande importância para desenvolver uma solução de Business Intelligence (BI). Ele permite o fácil acesso às informações armazenadas, gerando agilidade nas respostas. Porém a questão é, você sabe como ele é construído?

Separamos em 7 etapas os processos para o desenvolvimento e a construção do Data Warehouse. Se você pensa em implantar esta solução na sua empresa, fique atento a todos os detalhes.

1)      Levantamento das necessidades: Levantar todas as informações desejadas pelo usuário é essencial. Nesta etapa é importante alinhas as necessidades dos analistas com as expectativas dos gestores.

2)      Mapeamento dos dados: Aqui, o mapeamento dos dados é fundamental para verificar se os dados existentes são suficientes para atender as necessidades da primeira etapa.

 

3)      Construção de Staging Area: Após o mapeamento, uma estrutura chamada Staging Area deve ser construída. Trata-se da área de transição dos dados do DW. Aqui os dados são copiados e tratados para as futuras cargas nas tabelas de Fatos e Dimensões.

 

4)      Construção das dimensões: Nesta etapa, a historicidade dos dados são definidas para que a estrutura das dimensões que farão parte do DW possam ser construídas.

5)      Construção do(s) Fato(s): Após a etapa anterior, inicia-se a construção das Dimensões da(s) estrutura(s) do(s) Fato(s). Aqui é avaliado e definido a granularidade da informação que será armazenada em cada Fato, além da avaliação da expectativa de crescimento e de armazenamento que serão utilizados.

 6)      Definição do Processo geral de carga:  Aqui, cria-se o motor para que tudo seja carregado, atualizado, orquestrado e processado de forma automática e ordenada. Por isso, a necessidade do processo geral de carga que é o “cérebro” do DW.

 7)      Criação dos metadados: Os metadados fornecem apoio importante para a gestão do conhecimento, logo é nesta etapa (no final) que toda a documentação deve ser desenvolvida.

É importante respeitar essa sequência das etapas, pois elas possuem dependência de término para início, ou seja, a etapa sucessora só deve ser iniciada quando a anterior for concluída. Com a devida atenção em cada uma das etapas, as chances de sucesso no projeto de construção do DW é praticamente garantido e a empresa terá um repositório que armazenará as informações que auxiliarão a organização na tomada de decisão.

 

Fonte: Canaltech

SAS Global Forum 2014

Este ano, o SAS Global Forum foi realizado em Washington DC durante os dias 23 a 26 de março e, é claro, a Infomev esteve presente acompanhando tudo de perto!

Márcio Bernardo Faustino (diretor da Infomev) esteve lá e conta para a gente como foi:

“Este foi o meu quarto SGF, mas o considero como o evento que mais trouxe novidades Entre elas, a que mais chamou a minha atenção, foi a apresentação da nova roupagem do SAS, onde o visual, totalmente voltado para o usuário final, que além de permitir a integração com novas tendências (Nuvem e Big Data), ela consegue facilitar sua usabilidade e deixar o usuário mais satisfeito.

Percebi também que o SAS se empenha cada vez mais em desenvolver ferramentas visuais: Visual Analytics, Visual Statistics, Visual Studio, etc. Acredito muito que com esta estratégia de desenvolvimento visual, será cada vez maior a utilização em áreas de negócio e estratégia. Notei também que as ferramentas estão muito bem integradas. Os aplicativos acessam uma “camada semântica” que facilita o usuário final a utilizar os dados sem a necessidade de fazer muitas manipulações e com isso aumenta a segurança dos dados.  Acredito que essas mudanças tornam o SAS bastante competitivo em relação às aplicações deste seguimento (front-end para BI), tais como IBM Cognos e MicroStrategy.”

A integração entre as soluções permite que o pacote SAS CI (Customer Inteligence), que é composto de alguns módulos para CRM dentre eles Marketing Automation, torna-se ainda mais forte e passa ser utilizado pelas grandes empresas para a gestão completa de CRM.

Além dessas novidades, no evento, o SAS consolidou-se como SAAS (software as a service). Criou uma parceria com a Amazon, responsável por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) fazendo com que o cliente possa utilizar o software via internet, pagando um valor recorrente pelo uso. (fonte: wikipedia)

Outras questão bastante discutida no fórum foi a integração do SAS com framework Hadoop. Nisso, acredito que, o SAS leva uma vantagem pois sempre atendeu grandes volumes de dados. A implantação da ferramenta agora é gerenciada pelo SAS Grid, que contempla um conjunto de ferramentas para gestão de dados em memória (SAS In Memory), disco e servidores. Todos estas alterações atendem a questão de governança de TI, permitindo que o SAS “ganhe” TI como aliado. Na minha opinião a forma como o SAS é implantado, utilizando o Guide, deixa a área de TI muito desconfortável, uma vez que o usuário pode trabalhar com dados externos ao sistemas (arquivo texto, planilhas, etc.) e com essa nova estratégia, isso muda de cenário.

Já com relação à programação SAS, a novidade é a PROC DS2. Este procedimento permite trabalhar com uma nova maneira de DATA STEP (DATA STEP 2). Este procedimento só funciona a partir do SAS 9.4. Este ano também foi falado muito em objetos HASH, que na versão 9.4 já está em produção (na 9.2 é experimental). Além deste novidade, ouvimos falar sobre o SAS U (U é de university) e a partir de abril, será disponibilizada uma versão grátis para universitário e professores. Além dos módulos básicos, o Guide, Miner eVisual Statístics também estarão a disposição deste nicho.” complementa Márcio.

É importante estar atendo às mudanças e novidades que a ferramenta SAS apresenta. A Infomev, desde 2010 participa das edições do SAS Global Forum, e com isso, consegue agregar ainda mais valor e qualidade aos seus serviços, afinal não basta saber, mas sim acompanhar de  perto todas as novidades, adaptabilidade da ferramenta e tendências do mercado analítico.

Até a próxima edição!

Confira algumas fotos de como foi o evento!

3 erros comuns no Business Intelligence: Evite-os!

Recentemente o site Canaltech Corporate publicou um artigo onde apontava os 3 principais erros mais comuns na implantação do Business Intelligence.

Gostamos tanto das dicas que resolvemos compartilhar com vocês aqui no nosso canal.

Escolher uma solução de BI que não supre suas necessidades: É importante ter um objetivo claro quando se trabalha com Business Intelligence, ou será muito difícil conseguir o que você quer. Você precisa especificar que solução de BI está procurando.

Tentar tirar demais da Business Intelligence: BI e análise de dados têm capacidades amplas e podem ajudar a transformar a sua empresa, mas essas mudanças não vão ocorrer da noite para o dia, como um passe de mágica. O ideal é organizar os objetivos em metas pequenas, pois apenas olhar para o cenário completo vai tornar difícil alcançar objetivos de longo prazo.

Tentar entender a BI sem um profissional qualificado:  Mesmo que você tenha a ferramenta certa, é de extrema importância que você possua um  profissional capacitado para compilar e organizar as informações. O conjunto de ferramenta adequada + profissionais capacitados + metas realistas de curto e longo prazo vão ajudar a sua empresa a conseguir os melhores benefícios.

Para ler a matéria completa,  clique aqui: http://corporate.canaltech.com.br/dica/business-intelligence/Evite-esses-erros-de-Business-Intelligence/

Fonte:  canaltech corporate