Infográfico – O perfil do profissional de BIG DATA

As tendências para o ramo de big data se mostram promissoras, conforme a compreensão do mercado sobre a aplicabilidade de seus principais conceitos se aprofunda. A demanda do mercado contempla profissionais qualificados para decisões técnicas e humanas. Por este motivo, compartilhamos este infográfico, elaborado pela Infobase Interativa, que lista algumas informações relevantes para quem deseja atuar na área.

SAS U – A solução gratuita do SAS

Se você é um usuário SAS, certamente já deve ter ouvido falar sobre o SAS Analytics Universidade (ou SAS U), que oferece o uso gratuito do SAS para análise estatística de dados e em pesquisas, permitido o acesso ao ensino e aprendizado com a utilização de uma poderosa ferramenta.

Criada para facilitar a vida acadêmica, o SAS Universidade Edition é oferecido em todo o mundo para uso em PCs ou Macs. Ele também inclui o acesso a SAS Studio, a mais nova ferramenta SAS baseado na Web para escrever e executar código SAS. Para utilizá-lo, os usuários não precisam estar associados a um curso ou um professor específico. O software será disponibilizado no final de agosto de 2014 e qualquer pessoa pode usar SAS Studio sem custo para o ensino ou pesquisa acadêmica.

O SAS lançou uma página SAS Analytics U no Facebook e um canal no YouTube, para facilitar a interação entre a comunidade de usuários.

Se você tem alguma pesquisa onde precisa analisar os dados, você pode usar esta versão do SAS.

Saiba mais:  http://bit.ly/1oN5My7

Canal no Youtube: http://bit.ly/1qKKvaU

Link para Download: http://bit.ly/1nASu6M

Fonte: sas.com

3 Habilidades essenciais para ser um Cientista de Dados

O Big Data, um termo que está cada vez mais sendo utilizado, é um conceito usado para definir grande volume (ou enxurrada) de dados, que utilizados de maneira estratégica, transforma-se em uma verdadeira mina de ouro.  Diariamente produzimos e recebemos toneladas de informações. Com a utilização das redes sociais, isso é ainda mais visível, afinal bastam alguns minutos sem acessar o seu perfil para perceber o excesso de atualizações que ocorreram. Essas atualizações são conteúdos (dados) produzidos. Agora imaginem em uma corporação, com vários clientes, funcionários e ferramentas de produção de conteúdo. Porém a questão é: Como separar os dados que podem ser usados dos que podem ser descartados? Como utilizar essas informações e, o melhor, como transformá-los em respostas ou diretrizes para ações estratégicas? Mais do que possuir ferramentas e softwares que fazem a gestão ou manipulação desses dados, é IMPRESCINDÍVEL ter profissionais que possam usá-los, ou melhor, interpretá-los de formam que gerem resultados.

“Um cientista de dados é alguém que é curioso, que analisa os dados para detectar tendências”, disse recentemente Anjul Bhambhri, vice-presidente de Produtos Big Data da IBM. “É quase como um indivíduo renascentista, que realmente quer aprender e trazer a mudança para uma organização.” Ou seja, este profissional tem que ter habilidades analíticas necessárias para encontrar a providencial agulha no palheiro de dados recolhidos pela empresa.

Mas não basta apenas ter essas características, o profissional necessita ter habilidades para que seja um profissional bem sucedido e, listamos, 3 dessas habilidades. Veja se você as possui.

1)     Resolução de entraves: Um bom cientista de dados deve se debruçar sobre um problema até entender a sua mecânica. Sua solução deve trazer valor e indicar caminhos e recursos plausíveis.

2)     Comunicação: Além do brilhantismo na própria área, o cientista de dados bem sucedido deve ser capaz de dialogar fluentemente com especialistas e não especialistas, mostrando-se hábil em transmitir sua ideias e convincente a respeito da viabilidade e do valor de suas propostas.

3)     Mente aberta: Manter-se aberto às ideias e ao diálogo é importante para um setor que lida com a multidisciplinariedade. Há ferramentas que autorizam tarefas executadas por cientistas de dados, mas o discernimento humano ainda é, para todos os efeitos, fundamental para um julgamento apropriado; quão mais aberto e isento este julgamento puder ser, mais elaborada e contemplativa uma solução ou proposta será.

Fonte: Infobase interativa

O que motiva um profissional a mudar de carreira?

Mudar de profissão exige planejamento, tempo, autoconhecimento e, antes de tudo, coragem para sair da zona de conforto e buscar novos desafios profissionais. De acordo com a pesquisa realizada pela Pactive Consultoria, em 2013, 32% dos brasileiros já pensaram, algumas vezes, em deixar a área de atuação e começar uma nova trajetória profissional. Enquanto 26%, muitas vezes, já tiveram esse desejo.

A pesquisa, feita com mais de mil trabalhadores de 22 estados do Brasil, aponta que 65% dos entrevistados gostariam de trabalhar em algo mais ligado à sua personalidade. Para Vívian Rio Stella, doutora em Linguística pela Unicamp, que atua como Personal and Professional Coach, os profissionais, de fato, devem conhecer seus pontos fortes e buscar uma carreira em que suas qualidades possam se destacar no dia a dia profissional.

Infográfico - Beatriz Assaf (Puc Campinas wordpress)