Intuição x Dados: Qual fator predomina na tomada de decisão?

Em um esforço de entender melhor como decisões de negócios são tomadas, a empresa de análise preditiva Applied Predictive Technologies (APT) pediu à EIU que realizasse um estudo, intitulado “Decisive action: How businesses make decisions and how they could do it better” ( em português, “Ações Decisivas: Como as empresas tomam decisões e como elas poderiam melhorar isso”). O estudo descobriu que 59% dos executivos ouvidos se apoiam em dados para a tomada de decisão. Dos 41% restantes, 31% disseram que procuram tomar decisões em colaboração com outros profissionais sempre que possível e apenas 10% dos entrevistados disseram que se baseiam primariamente na intuição para tomar sua decisão.

O estudo ouviu 174 gestores sênior e executivos do mundo todo,  em fevereiro de 2014, 49% deles de organizações com receita anual superior a 500 milhões de dólares. Deles, 42% têm como prática coletar e analisar o máximo de dados possíveis antes de tomar uma decisão. Ao mesmo tempo, 17% preferem tomar decisões empiricamente, desenvolvendo hipóteses e realizando testes para provar o refutar uma teoria.

Mas e se os dados forem contrários à intuição? O estudo aponta que mais da metade dos entrevistados (57%)garante  que se enfrentasse essa situação checariam os dados

novamente, Outra parte grande deles (30%) sairia coletando mais dados e só 10% dos executivos obedeceriam os dados, mesmo se contrários à sua intuição.

O relatório aponta ainda que, 19% dos entrevistados disseram que os tomadores de decisão em suas companhias não são responsabilizados por elas no final. E 59% declararam que tomadores de decisão ruins ainda permanecem na organização.

O mais preocupante é a falta de transparência no processo decisório. Dois terços (64%) dos entrevistados disseram que a informação sobre quem tomou determinadas decisões, e por quais motivos, fica restrita a um grupo pequeno de funcionários.

Quando se consegue alinhar a intuição com os dados, a tomada de decisão torna-se mais fácil e mais assertiva.

Para ver o estudo completo (que está em inglês), clique no link ao lado: http://bit.ly/1szhxjt

Fonte: cio.com.br

Notícias sobre a área de Fraude

Você sabia?

– que a área de fraude foi a que teve maior crescimento  em 2013 no SAS Brasil, alcançando um patamar de 260% superior a 2012. Neste cenário, o país representou sozinho, 27% do share total da América Latina.

 

– Estudos estatísticos revelam que, no segmento de Fraudes em seguradoras no Brasil, cerca de 10% de todo o valor de sinistro pago pelas empresas a seus clientes embute algum tipo de fraude.

 

– O SAS oferece a seus clientes uma abordagem e um nível de cobertura baseados em modelos preditivos, regras de negócio, detecção de anomalias e rede de relacionamento. Com isso, a companhia consegue melhorar significativamente o nível de detecção de fraudes em empresas.

 

– As soluções do SAS para combater a fraudes empresariais e crimes financeiros são voltadas para bancos, seguradoras, órgãos governamentais, operadoras de saúde, empresas de logística, entre outros.

Fonte: Revista SASCOM

Big Data: como atuar com ética neste universo?

Diariamente, as empresas acumulam um grande volume de dados e informações. É importante perceber que com o aumento desses dados, aumentam-se também as responsabilidades, afinal tratam-se muitas vezes de informações com dados pessoais, hábitos de compras, entre outros, logo devem ser consideradas algumas questões éticas de como agir a partir do uso destas informações nas suas definições de ações estratégicas.

Todas as informações devem ser tratadas de forma ética e confidencial, onde a empresa tem que se prevenir para que tais dados não fujam da sede da companhia, afinal esses dados podem ser úteis também aos concorrentes, logo a atenção e cuidado devem ser redobrados. A equipe deve se transformar em curadores da confiança do cliente e proteger a sua privacidade.

Sendo assim, um código de ética ajudaria neste alinhamento de uso devido e/ou indevido dos dados. Michael Walker, sócio-gerente da Rosa Business Technologies, integradora de sistemas com base em Denver, elaborou um código de conduta para os profissionais de Big Data que cobre tudo, desde o papel dos cientistas de dados até suas responsabilidades diárias. No início de 2014, o Institute for Operations Research and the Management Sciences (INFORMS) elaborou um código de ética para estes mesmos profissionais. O que é importante ressaltar é que os códigos de éticas estão pautados em honestidade e transparência, visando proteger a empresa e o profissional de um possível problema com o consumidor/cliente que possa vir  afetar sua credibilidade.

Ou seja, mesmo em tempos evolução de Big Data, a ética ainda é um pilar a conduzir este processo analítico e deve ser seguida à risca, afinal as informações (bem ou mal) utilizadas impactam no comportamento de pessoas.

Fonte: terra.com

Big Data na Copa do Mundo

Não, você não leu errado! Em época de copa mundo, só se fala nisso e até o Big Data tem uma função bastante interessante, atuando diretamente no universo do futebol.

O blog Five Eight Thirty Sports divulgou uma ferramenta online e interativa que mostra as chances que cada seleção tem de conquistar a Copa do Mundo.

O sistema foi lançado no final de 2009 justamente com o objetivo de definir os favoritos na Copa de 2010, na África do Sul. Para isso, o SPI usou como base dados de resultados passados de cada equipe, rivalidades históricas, times em que estavam os jogadores,, os potenciais ofensivo e defensivo de cada lado, entre outras informações – e parece ter recebido melhorias para a competição deste ano.

O algoritmo leva em conta o fator “distância percorrida”, já que o fuso horário e o cansaço de uma viagem poderiam, em teoria, influenciar diretamente no desempenho da equipe, mas apenas na teoria.

A nova ferramenta baseada no SPI está disponível no blog do FEIS e prevê inicialmente quais seleções passarão da primeira fase. As porcentagens de vitória, empate ou derrota das seleções em cada uma das partidas são mostradas em  tabelas.

O resultado é relativamente óbvio – o Brasil é o favorito, com 45,2% de levar a taça –, mas a forma como ele foi obtido é bastante interessante: os cálculos foram feitos pelo algoritmo Soccer Power Index, desenvolvido por Nate Silver, editor-chefe da página, junto com a emissora ESPN.

Quem achou que o Big Data poderia ser usado apenas no universo dos negócios, enganou-se completamente. Em Copa do Mundo até ferramentas de análises estatísticas são utilizadas.

Fonte: InfoAbril

Blog Five Eight Thrty Sports: http://fivethirtyeight.com/interactives/world-cup/