Gestor de dados será o próximo posto de trabalho em evidência

O cargo de “Data Scientist” (cientista de dados) deu o que falar em 2013 mas, tendo em conta que os volumes de dados continuarão a crescer no seio das empresas, a tendência é uma maior ênfase à gestão e supervisão da informação e não apenas à parte científica. Como consequência, emergirão novos postos de trabalho como o de “Data Steward” (gestor de dados) que, em última instância, não deixa de ser um profissional com perfil comercial que entenda os dados e saiba como qualificá-los no decurso de um projeto.

É o que afirma matéria publicada no site CIO. Para ler a matéria completa, clique no link: http://bit.ly/1oNXryx

Fonte:CIO

Colaboração gira em torno da informação?

Embora seja verdade que muitas vezes a dita colaboração gire em torno da informação, não devemos cometer o erro de acreditar que colaboração é simplesmente sobre o compartilhamento de informação. Ter melhor acesso a mais informações não melhora a produtividade, a menos que permita a realização de atividades que antes não eram possíveis (por exemplo, análise avançada de dados) ou acelere atividades existentes.

Isto é especialmente verdadeiro para a colaboração em escala empresarial. Você não pode simplesmente enviar um memorando explicando uma estrutura de informação nova para o compartilhamento de arquivos e esperar que milhares de pessoas comecem a adaptar seus processos para uso dessa nova estrutura. A combinação de hábitos arraigados e a curva de aprendizagem muitas vezes leva à inércia.

O gerenciamento de registros tem sido praticado por gerações, mas hoje, o número de atores envolvidos na tarefa e como ela precisa ser feita mudaram drasticamente. Não é mais suficiente apenas estabelecer um melhor acesso aos registros através de nova tecnologia. Precisamos entender as pessoas e os processos da equação. Que pessoas na organização têm a responsabilidade de gerenciar registros? Como essa responsabilidade é realizada e auditada? Como os seus processos são integrados com funções gerais de negócios que já estão em vigor (por exemplo, a criação de documentos e análise, com controle de versão e auditoria)?

Este é o tema da matéria publicada na página da CIO.

O artigo afirma que pode até ser muito bom que as empresas estejam entrando na onda de colaboração, no entanto, uma plataforma de colaboração só funciona se for usada corretamente. O que significa começar não com informação, mas com pessoas e processos.

Quer saber mais e ler a matéria completa? acesse o link ao lado: http://bit.ly/1utGVqT

Fonte: CIO