dezembro 08 2018 0comment

Faça da sua bagunça a sua mensagem

Em um mundo de corpos, vidas e sorrisos perfeitos (#sqn), fica todo mundo com medo de mostrar que é humano e, como tal, falho. Tá aí o Facebook que não me deixa mentir, cheio de fotos de viagens,  casamentos e estados psicológicos irrepreensíveis.

Mas há um tempo, em um vídeo do americano Tai Lopez, escutei o seguinte conselho: “make of your mess your message“, ou faça da sua bagunça a sua mensagem.

O que isto quer dizer? Basicamente, que aquilo que te faz imperfeito é justamente o seu diferencial e quiçá seu ponto forte. E é justamente porque você conseguiu superar aquela imperfeição, é que você pode ajudar a alguém.

Eu, por exemplo, passei poucas e boas pra conseguir vir e ficar na Suíça. Foi tudo perfeito? Absolutamente não! Mas é justamente esta experiência que me faz entender a dor de uma pessoa que quer ir embora e não vê saída, ou não sabe de onde tirar coragem pra deixar pra trás o que é seguro.  Eu sou meu próprio case de sucesso. E eu posso dizer: se eu consegui, você também consegue.

Qual é a imperfeição que você tem pra oferecer pro mundo?

Seja lá o que for, pare de vê-la como uma fraqueza e comece a encará-la como uma ferramenta, como aquilo que vai fazer de você a única pessoa que pode ajudar alguém que se sinta atraído à quem você é, ao que tem a dizer, à sua experiência.

Se você me disser que o problema é justamente que ainda não descobriu a solução para a sua “bagunça”, ou que ainda não superou aquela obstáculo, eu vou dizer: então mostre-se vulnerável! Mostre-se humano como todos nós porque assim você vai gerar conexão com gente que, como eu, não se sente perfeito.

Quando você mostra que tem seus medos, suas dúvidas, seu calcanhar de Aquiles, ao contrário do que possa parecer você se mostra corajoso, e não fraco.  Quando você se mostra vulnerável as pessoas querem interagir com você, saber mais sobre aquele ser humano incrível que teve a inteireza de se mostrar verdadeiro. E todo mundo ganha – você, que pode sair do personagem que nunca falha, e a gente, que vai receber o que de melhor você tem a oferecer pro mundo.

Pense na imperfeição como uma fotografia com fundo embaçado. O fundo imperfeito faz a parte focada ficar infinitamente mais bonita e humanizada.

Eu te desafio a começar a tirar essa máscara de perfeito que pesa tanto, e compartilhar comigo, com o seu melhor amigo, com um colega de trabalho, uma imperfeição, uma vergonha. Você vai ver o alívio que dá.

E pra dar o exemplo, eu vou te contar uma coisa: eu morro de vergonha de fazer meus vídeos – eles saem todos no fórceps. Não gosto da minha voz, acho que sôo meio “caipira”, não tenho muito conhecimento de edição… Mas enfim, meu vídeo tá lá pra você olhar, porque eu não vou deixar isso me impedir de divulgar minha mensagem que pode ajudar tanta gente (ou pode ajudar uma pessoa, e já tá valendo).

Quem vem?


Dulcineia Sañtos é Life Coach, certificada pelo NeuroLeadership Group em Londres.

www.dulcineiasantos.com

novembro 29 2018 0comment

Treinamento SAS: Enterprise Miner

E se você pudesse explorar o SAS Enterprise Miner na utilização da ferramenta Decision Tree?

O curso SAS Enterprise Miner oferecido pela Infomev, aborda opções avançadas para a construção de árvores de decisão e modelos de regressão.

Dividido em dois módulos, o primeiro curso que tem a duração de 16 horas, é oferecido aos analistas e modeladores preditivos.

Entre os conteúdos abordados, estão os seguintes tópicos:

  • Modelos estruturados em árvores de decisão;
  • Partição recursiva e seleção de divisão;
  • Poda, poda com rendimento, poda com validação cruzada da poda, comparação de árvores pelo desempenho;
  • Uso de árvores de decisão para: seleção de variáveis explicativas importantes em modelos de regressão e redes neurais, agrupamento de categorias, categorização de variáveis numéricas;
  • Combinação de árvores, bootstrap e gradiente boosting para obtenção de árvores robustas.

No final do curso, o participante estará apto para construir modelos estruturados nos diferentes tipos de árvores (classificação e regressão), além de utilizá-las para análise dos dados.

Para saber mais detalhes sobre o treinamento, basta entrar em contato através do email contato@infomev.com.br.

novembro 15 2018 0comment

Treinamento de Linguagem SQL no SAS

O SQL ( Structured Query Language),mais conhecido como Linguagem de Consulta Estruturada, é a linguagem de pesquisa declarativa padrão para banco de dados relacional e que surgiu em meados da década de 70.

O sucesso da linguagem SQL foi tão grande que obrigou o ANSI (American National Standarts Institute), a padronizar as implementações da linguagem, e até os dias de hoje, a maior parte de BD’s seguem criteriosamente esta padronização.

Por conta desta padronização, é muito importante que os profissionais estejam atualizados e familiarizados com esta linguagem.

A Infomev oferece o curso de Linguagem SQL no SAS. Com duração de 16 horas, o treinamento  aborda o uso da linguagem SQL como uma alternativa para manipulação e tratamento dos dados no Sistema SAS. Apresentando técnicas, desde a construção de consultas simples até combinação de tabelas usando os diferentes tipos de junção por colunas (Joins) e por linhas (Operadores Set), o curso permite que o participante fique apto para fazer consultas que combinam , criam e modificam tabelas.

Entre os conteúdos apresentados, estão os seguintes tópicos:

  • Introdução à origem e estrutura da linguagem SQL;
  • Construir consultas simples utilizando a declaração SELECT, selecionando todas ou algumas informações;
  • Criar novas variáveis dinamicamente utilizando formatos pré-definidos ou criados pelo usuário para melhorar a apresentação da informação;
  • Utilização das funções do SAS em expressões que criam as novas variáveis;
  • Aplicação de LABEL para melhorar as descrições das colunas;
  • Realizar processamento condicional (cláusula CASE);
  • Sumarizar ou agregar informações(GROUP BY) utilizando funções de sumarização do SAS (SUM) na declaração SELECT;
  • Ordenar o resultado pelas colunas já existentes ou pelas colunas novas;
  • Selecionar as linhas do arquivo de origem utilizando a cláusula WHERE com uma ou mais condições e filtrar colunas calculados;
  • Filtrar dados agrupados (HAVING);
  • Utilizar subqueries;
  • Criar e modificar tabelas (data sets SAS) e visões;
  • Realizar junção de uma ou mais tabelas, por colunas (Joins) e por linhas (Operadores Set);
  • Comparação SQL Join com Data Step Merge do SAS;
  • Criar e trabalhar com Índices;
  • Garantir integridade dos dados;
  • Documentação das tabelas e visões;
  • Manutenção de tabelas: modificar valores, apagar linhas, adicionar novas colunas, apagar colunas, alterar atributos, apagar tabelas, visões e índices.

Para saber mais detalhes ou conhecer outros treinamentos oferecidos, basta entrar em contato com a equipe comercial da infomev, através do email contato@infomev.com.br.

novembro 08 2018 0comment

Para o que você está dizendo não?

By Dulcineia Sañtos

Esta semana eu propus a um amigo que ficássemos uma semana sem dizer ¨não¨.

A coisa começou porque eu notei que a minha primeira reação é dizer ¨não¨, especialmente para coisas novas, desconhecidas. Aliás, eu começo frases com ¨não, mas¨. Não, mas eu quero mesmo é escrever todos os dias. Não, mas eu tenho certeza que vai dar certo.

Já notou quantas vezes dizemos ¨não¨ todos os dias? Para as crianças, para o parceiro, para o cliente, para nós mesmos.

Às vezes é necessário, eu sei. Mas às vezes falamos ¨não¨ pelo hábito mesmo. Eu me lembro de ver a filha de uma amiga pedindo para brincar no quintal, e ela disse: ¨não¨. Quando a criança saiu, eu perguntei: ¨É Domingo, está sol. Por que ela não pode brincar? Está de castigo?¨ Ela ficou olhando pra mim e nós começamos a rir, porque não havia motivo nenhum para ela não deixar a criança brincar.

E mesmo quando há um motivo, não haveria outras maneiras de dizer a mesma coisa? Muitas vezes não é sobre o que é dito, mas sobre como é dito. Carol Nalon, que trabalha com Comunicação Não-Violenta, fala muito sobre a empatia, e como é importante mostrar que entendemos a dor daquela pessoa. Ao invés de dizer ao seu cliente: ¨não é possível te reembolsar¨, que tal mostrar empatia e explorar possibilidades, ao invés de dificuldades? : ¨Sinto que este produto não atendeu às suas necessidades, esse tipo de coisa é realmente frustrante. Mas que tal efetuarmos um crédito para que você possa adquirir outro produto?¨

E quando dizemos ¨não¨ para nós mesmos? Às vezes é difícil reconhecer que você está fazendo isso. Você está reclamando que está sem namorada, por exemplo. Então vem o seu amigo e te convida para um almoço com vários amigos, uma oportunidade perfeita para conhecer gente nova. E você diz não.

A pergunta que eu realmente quero fazer pra você, no entanto, é: quando você diz não para isto, para o que está dizendo sim?

No exemplo acima: pode ser que no fundo, você goste de ser livre. Quando você diz não para a possibilidade de conhecer gente, está dizendo sim para as suas noites livres, para não dar satisfação à ninguém.

Como não estamos muito habituados a pensar assim, vou dar outro exemplo: você diz que quer mudar de carreira, mas não pensa ou procurar alternativas. Quando você diz não para uma nova carreira, pode estar dizendo sim para a sua zona de conforto, para um status que talvez você já tenha adquirido na carreira atual, para o desânimo de entrar numa sala de aula novamente para fazer um curso relacionado àquela carreira.

Te convido a aceitar o desafio e ficar algum tempo dizendo ¨sim¨. Para convites, para possibilidades, para gente que pensa diferente de você. Você pode começar aos poucos, com um dia por semana, por exemplo, e ir aumentando.

De minha parte, posso dizer, passados 3 dias do início do meu desafio, que quando você diz sim para a vida, a vida diz um SIM enorme pra você! 😉


Dulcineia Sañtos é Life Coach, certificada pelo NeuroLeadership Group em Londres.

www.dulcineiasantos.com